segunda-feira, 2 de junho de 2008

Curso On-line da Oncare - ECG


Electrocardiograma


Cap. I - Técnica do E.C.G

O papel electrocardiográfico está formado por quadriculas de 1 mm

  • No sentido Vertical mede-se a Voltagem: 10 milímetros (mm) correspondem a um milivolte (mV), num electrocardiógrafo estandarizado; quer dizer, que cada milimetro corresponde a 0.1 mV
  • No sentido Horizontal mede-se o tempo: Um milímetro (mm) corresponde a 40 milisegundos (ms) ou 0.04 segundos.

O Electrocardiógrafo é um galvanómetro desenhado para que mostre a direcção e magnitude das correntes eléctricas produzidas pelo coração. A corrente eléctrica do miocardio possui múltiplas direcções (vectores), a sumatoria destes é registada mediante eléctrodos colocados sobre a pele em diferentes partes do corpo.

Para obter um traço de ECG de boa qualidade, em primeiro lugar deve-se explicar ao cliente, de forma rápida em que consiste o exame e pedir a sua colaboração. A enfermeria ou o lugar em onde se vai realizar o exame deve ser confortavel para que o cliente esteja relaxado e não presente tremor muscular, os quais podem interferir produzindo um traço vibrado (aparecimento de oscilaciones pequenas e irregulares na linha de base. (Se a vibracao persiste, deve-se considerar a presença de ansiedade, Parkinsonismo ou hipertiroidismo). Para diminuir o tremor corporal pode-se cobrir o paciente para melhorar sua temperatura corporal ou colocar os eléctrodos das extremidades em braços ou musclos onde o tremor é menor.

A posição ideal para fazer um ECG é com o cliente em decúbito supino, se o cliente apresenta ortopnea, o registo deve-se fazer com a menor elevação possível na qual o cliente esteja cómodo. Se é impossível deitá-lo entao deve permanecer sentado, colocar debaixo dos pés jornais ou livros para evitar a interferencia de corrente alterna.

Como pode minimizar o desconforto do cliente?
* Explicando-lhe em que consiste o exame
* Descobrir só os braços, pernas e peito com o fim de manter uma adequada temperatura do mesmo.
* Apoiar a cabeça numa almofada.
* Vigiar que a aplicação das correas seja adequada (Não deve ficar nem muito apertadas, nem muito soltas).
* Perguntar ao cliente se a temperatura ambiental é adequada (para evitar a presença de tremor por escalofrío, diferenciar de tremores patológicos, como o da doença de Parkinson).

Proxima Publicacao>> Colocacao dos electrodos
|Simulador da
despolarizacao e repolarizacao cardiaca|

domingo, 1 de junho de 2008

Qual foi o problema no seu projecto de investigacao (final de curso) ?

A Enfermagem deve sem dúvida assentar em bases solidas para afirmar-se como ciência.
Os Enfermeir@s nao devem estagnar a sua formacao, e muito menos, deixar de rever aspectos que sofrem alteracoes abruptas. A ciencia nao para e as profissoes por esta regidas também nao o devem fazer.
A Oncare está em processo de viragem e só voce pode ajudar. Queremos um espaco onde as criticas sejam intensas, mas com fundamentacao teorica - pratica.
Ajude-nos envie-nos um artigo, uma reflexao, que seja, acto de mudanca para melhor...
Obrigado!
Administrador,
Davide Carvalho

sábado, 31 de maio de 2008

FORÚM ONCARE


FORÚM DEDICADO A

INVESTIGACAO EM

ENFERMAGEM

FACA PARTE AQUI

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Concentração 5 de Junho












O anúncio da concentração para o dia 5 de Junho levou o Ministério da Saúde a marcar reunião que se concretizou a 16 de Maio.
Na reunião, a Ministra da Saúde assumiu o compromisso de:
• 2ª QUINZENA DE JUNHO—início do processo negocial da Carreira de Enfermagem/ACT
• 1ª SEMANA DE JULHO—reunião sobre EMPREGO/PRECARIEDADE

NO 5 DE JUNHO TEMOS MAIS RAZÕES PARA ESTAR EM FRENTE AO MINISTÉRIO DA SAÚDE PORQUE:
1. Estamos de acordo com a proposta de Carreira de Enfermagem entregue pelo SEP em Abril/2005;
2. Exigimos um enquadramento salarial que valorize a formação actual;
3. Exigimos que Carreira a negociar se aplique a todos os enfermeiros, independentemente do vínculo;
4. Exigimos uma avaliação do desempenho objectiva, justa e sem quotas;
5. Exigimos um calendário negocial que permita a participação dos enfermeiros (tempo que permita informar, analisar, discutir e construir contrapropostas);
6. Exigimos um regime de transição específico;
7. EXIGIMOS QUE NA 1ª REUNIÃO NEGOCIAL O MINISTÉRIO DA SAÚDE APRESENTE OS PRINCÍPIOS DA SUA CONTRAPROPOSTA

VER DETALHES

quarta-feira, 28 de maio de 2008

De quem a enfermagem cuida, do cliente, doente, utente ou do paciente?



Muitas vezes me debato com muitos colegas enfermeiros que me questionam, o do porquê de usar o termo cliente.
Considero que qualquer um dos termos reflecte variadas filosofias do cuidar, e cada um tem o direito de seguir a sua.
Ha autores que referem que o termo doente é o reflexo de um cuidado baseado na patologia, tratamento, nao tendo em conta outros moldes que compoem a pessoa. Relativamente ao paciente este termo tem uma notação de passividade, de dependência. Por outro lado, utente a aquele que utiliza um servico de saúde. Por fim, o cliente Sr/Sra X, aquele individuo pessoa, que tem direito a escolher a forma de ser cuidado, ou seja, autonomia, e direito de decisao.

terça-feira, 27 de maio de 2008

A MELHORAR...


ESTAMOS A MELHORAR POR SI!

O BLOG DA ONCARE ESTÁ A MUDAR...

SE TEM ALGUM ARTIGO, OPINIAO, REFLEXAO, INTERESSANTE, POR FAVOR ENVIE UM
E-MAIL


VISITE E ENTRE NA CIDADE ONCARE


OBRIGADO!!!

De quem é a culpa? Falta ou Excesso de Enfermeiros?


Considero que a culpa disto é da "excelente" planificacao que o governo portugues tem... Senao reparem, a nossa vizinha Espanha passou pela mesma situacao ha cerca de 12 anos, e Portugal teve aí uma oportunidade para aprender e nao a aproveitou... O que se passou em Espanha esta a passar-se exactamente em Portugal neste momento, ou seja, excesso de enfermeiros com consequente emigracao para onde? Espanha, nem mais nem menos...
Digam lá se nao era possivel ao governo portugues prever esta situacao? Sejamos realistas claro que sim!
Tambem sou da opiniao que a OE esta a fazer tudo o que pode, acho que nao tem culpa, uma vez que, a forca maior e o ministerio da saude!
Pelo contrario a O.Medicos foi inteligente ao ponto de limitar as vagas, "clausus", e agora e para ja nao sofrem com o excesso.
Na minha opiniao, a saude em Portugal esta num ponto de viragem, do publico para o privado, e isso esta a limitar muitos postos de trabalho...

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Enfermeiros precários


A Situação de Enfermagem Visto por mais um par de olhos. Esta Noticia foi-me enviada por um Carissimo Colega, que deixo desde já o meu agradecimento.

Demprego! Até quando?


A nova lei de contratação dos profissionais de saúde continua a gerar polémica.
A situacao de precaridade em Portugal tende a alastrar-se se a Ministra da Saúde nada fizer.
Estamos quase no fim do ano lectivo para muitas escolas de Enfermagem, e a situacao de instabilidade tende a aumentar. Sao mais cerca de 3000 alunos que ficaram formados este ano. O numero de desempregados tende a tornar-se incontornavel e os jovens enfermeiros têm de recorrer a outras medidas, a emigracao é uma delas.

Abdominal Obesity Up Among U.S. Children and Adolescents



Like other markers of obesity — such as weight and body mass index (BMI) — there's a trend of increasing waist size among American children and teens, researchers affiliated with the Centers for Disease Control and Prevention (CDC) say.
Using data from a national nutrition study conducted during four time periods — 1988 to 1994, 1999 to 2000, 2001 to 2002, and 2003 to 2004 — researchers tracked waist circumference and the ratio of waist size to height for kids and teens in four different age groups. Taking these measurements is especially valuable for measuring abdominal obesity, the presence of which increases a person's risk for diabetes-related complications and cardiovascular disease.
The results? Abdominal obesity increased in both boys and girls and in all age groups between 1988–1994 and 1999–2004. The largest increases in average waist size occurred in 18- to 19-year-old girls and boys. Here's how the changes in waist size broke down:
In boys:
Ages 2–5: Increased from 20 in (50.7 cm) to 20.4 in (51.9 cm)
Ages 6–11: Increased from 24.4 in (61.9 cm) to 25.4 in (64.5 cm)
Ages 12–17: Increased from 30.2 in (76.8 cm) to 31.4 in (79.8 cm)
Ages 18–19: Increased from 32 in (81.3) to 34.1 in (86.6 cm)
In girls:
Ages 2–5: Increased from 20.1 in (51 cm) to 20.4 in (51.8 cm)
Ages 6–11: Increased from 24.3 in (61.7 cm) to 25.5 in (64.7 cm)
Ages 12–17: Increased from 29.5 in (75 cm) to 30.1 in (78.9 cm)
Ages 18–19: Increased from 30.6 in (77.7 cm) to 33 in (83.9 cm)
What This Means to You
The results of this study show that abdominal obesity, in particular, has increased dramatically in U.S. kids and teens, especially in older teens. For kids and teens who are overweight, getting more physical activity and eating more vegetables, fruits, low-fat dairy products, and lean proteins may help reduce excess weight gain. If you have concerns about your child's nutrition or weight, talk to your doctor for advice and guidance.
Reviewed by: Steven Dowshen, MDDate reviewed: December 2006
Source: Chaoyang Li, MD, PhD; Earl S. Ford, MD, MPH; Ali H. Mokdad, PhD; Stephen Cook, MD; Pediatrics, November 2006.

Phenylketonuria




Also called: PKU
Phenylketonuria (PKU) is a genetic disorder in which the body can't process part of a protein called phenylalanine (Phe). Phe is in almost all foods. If the Phe level gets too high, it can damage the brain and cause severe mental retardation. All babies born in U.S. hospitals must now have a screening test for PKU. This makes it easier to diagnose and treat the problem early.
The best treatment for PKU is a diet of low-protein foods. There are special formulas for newborns. For older children and adults, the diet includes many fruits and vegetables. It also includes some low-protein breads, pastas and cereals. Nutritional formulas provide the vitamins and minerals they can't get from their food.
Babies who get on this special diet soon after they are born develop normally. Many have no symptoms of PKU. It is important that they stay on the diet for the rest of their lives.
National Institute of Child Health and Human Development

Teste do Pezinho: para todos os bebés!



O exame laboratorial, chamado também de triagem neonatal, detecta precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas, que poderão causar alterações no desenvolvimento neuropsicomotor do bebé. Falemos numa linguagem mais simples. Esse exame é popularmente conhecido como teste do pezinho, pois a coleta do sangue é feita a partir de um furinho no calcanhar do bebé.
As mamães geralmente ficam com o coração na mão quando tem que levar seus bebês para o exame, pois estes normalmente choram. Mas por que a picadinha no calcanhar? O que as mães devem saber é que o calcanhar é uma região rica em vasos sanguíneos e a coleta do sangue é feita rapidamente com um único furinho. O furo é quase indolor, mas a dor ainda é uma sensação nova para o bebê e por isso choram.
Esse exame é realizado em grande parte nas maternidades quando o bebê completa 48 horas de vida. Antes disso, o teste pode sofrer influência do metabolismo da mãe. O exame também é feito em laboratórios.
O ideal é que o teste seja feito até o sétimo dia de vida. Basta apenas uma picada no calcanhar do bebê para retirar algumas gotinhas de sangue que serão colhidas num papel filtro e levadas para serem analisadas.
Prevenindo doenças graves - Para quem não sabe, o teste do pezinho é obrigatório por lei em todo o Brasil e a simples atitude de se realizar o exame faz com que doenças causadoras de seqüelas irreparáveis no desenvolvimento mental e físico da criança sejam detectadas e tratadas mesmo antes do aparecimento dos sintomas.
O diagnóstico precoce oferece condições de um tratamento iniciado nas primeiras semanas de vida do bebê, evitando a deficiência mental. A deficiência, uma vez presente no corpo, já não pode ser curada.
Existem diferentes tipos de exames do pezinho. O Sistema Único de Saúde (SUS) instituiu o Programa Nacional de Triagem Neonatal, onde cobre a identificação de até quatro doenças (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e fibrose cística). Mas nem todos os Estados brasileiros realizam os quatro testes.
O Programa Nacional de Triagem Neonatal prevê três fases do teste do pezinho, em que os Estados devem se adequar. A primeira fase detecta as doenças fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito. A segunda inclui a anemia falciforme, e a terceira fase a fibrose cística.
Versão nova do teste - Hoje já existe uma versão ampliada do teste do pezinho onde é possível identificar mais de 30 doenças antes que seus sintomas se manifestem. Mas é ainda um recurso sofisticado e bastante caro, não disponível na rede pública de saúde.
Mesmo assim, a versão ampliada do teste do pezinho é subdividida. Geralmente, quanto maior o número de doenças detectadas, mais caro é o exame. Existem ainda exames complementares que também podem ser realizados com o sangue do papel filtro do teste do pezinho.
O exame do pezinho é essencial para o desenvolvimento da saúde do seu bebê. Não esqueça que o exame convencional é obrigatório e gratuito. Exija sempre seus direitos e faça com que sejam cumpridos.
Dicas
Não esqueça de buscar o resultado. Qualquer alteração no resultado, leve para o pediatra examinar.
Não se preocupe se tiver que repetir o exame. O teste do pezinho exige repetição para esclarecer o primeiro resultado, quando suspeito de normalidade ou quando o teste é realizado antes de 48 horas de vida.
Um resultado normal, mesmo no teste ampliado, não afasta a possibilidade de outras doenças neurológicas genéticas ou adquiridas. O teste não diagnostica, por exemplo, a síndrome de Down.

Fonte: Guia do Bebé

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Crianças Hiperactivas


Crianças com características evidentes de hiperactividade podem sofrer do que hoje se chama Distúrbio do Déficit da Atenção/ Distúrbio Hiperativo do Déficit da Atenção. Há alguns anos atrás, estas crianças eram consideradas como rebeldes e mal-educadas e eram alvo de punições nas escolas e no convívio com a sociedade.Estas crianças passam por inúmeras dificuldades de adaptação em casa, na escola, e na vida social, devido à sua necessidade de estar constantemente em actividade. O sossego de uma tarde de Domingo pode ser muito bom para toda a família. No entanto, será certamente muito frustrante e desmotivante para estas crianças.Na maioria das vezes, os seus problemas são agravados pelas outras pessoas, por não saberem relacionar-se adequadamente com a criança.Características das Crianças Hiperactivas:• Falam alto, muito e rapidamente e, na maioria das vezes, em horas consideradas impróprias e incómodas pelos adultos;• Precisam de estar em constante movimento, estando sempre envolvidos em alguma actividade. No entanto, não demora muito a saltarem de actividade em actividade;• São incapazes de ficar sentadas imóveis por longo período; • Agem IMPULSIVAMENTE: não conseguem esperar pela sua vez de falar e, frequentemente, interrompem quem está a falar;• Respondem antes de ouvir a pergunta toda;• Explodem com facilidade;• Nunca deixam de ouvir e observar o que os rodeia, mesmo que pareçam estar distraídos;• Devido à sua infindável curiosidade, reserva de energia, e necessidade de explorar e descobrir coisas novas, tornam-se muito susceptíveis de se magoarem (terem ou provocarem acidentes) ou partir coisas;• Estas crianças, têm uma péssima e baixíssima tolerância e aceitação de fracassos e/ou frustrações;• Discutem, enfrentam e argumentam com pais, professores, adultos parentes e amigos. Este procedimento não é um desafio ou uma afronta. É uma reacção natural do seu organismo;• Têm tendência a agarrarem-se com toda a convicção e muito emocionalmente um ponto de vista, ideia, opção ou conceito, em que realmente acreditem.O seu relacionamento com quem os rodeia É de fundamental importância que pais, parentes e amigos entendam que o comportamento inadequado de crianças hiperactivas não é um comportamento intencional, mas sim uma característica do distúrbio neurológico de que estes meninos e meninas sofrem.É suficiente uma questão mal entendida por estas crianças para que se desencadeie uma confusão infindável.Para algumas crianças com PHDA e sua família, uma actividade comum de lazer como a ida a um parque de diversões pode transformar-se num verdadeiro inferno. Isto porque num ambiente como este existem muitos "estímulos" visuais e auditivos simultâneos.Devido à sua incapacidade de concentração e o desejo insaciável de explorar novas situações, as múltiplas opções do parque podem "sobrecarregar" a criança, resultando em desvios de comportamento e excessos de energia.Estas crianças entendem que certos comportamentos não são aceitáveis mas apesar de tentarem e de se esforçarem para se comportarem de uma forma adequada, não conseguem manter o controle durante muito tempo. Isto muitas vezes acarreta uma dose violentíssima de frustrações para elas e, consequentemente, para os seus familiares.Os PaisOs Pais de crianças hiperactivas merecem toda a compreensão, carinho e atenção de seus amigos e parentes. Estes pais precisam de muita paciência, compreensão, força de vontade, perseverança e amor para enfrentar e vencer os percalços e frustrações decorrentes das condições da criança.Estes pais são constantemente postos à prova, nas situações mais bizarras e/ou constrangedoras, levando-os ao esgotamento físico e mental.Os pais destas crianças são frequentemente confrontados com conflitos existentes entre a criança e seu meio ambiente (irmãos, amigos, professores, etc.), não sendo capazes de, sozinhos, resolverem e enfrentarem estas mesmas situações sozinhos, sem o devido acompanhamento. Esta situação provoca cansaço, depressão, frustrações desentendimentos e desânimo. Na maioria dos casos, o desespero é tal que desistem de investir na criança. ISTO NÃO IMPLICA QUE NÃO GOSTEM!Os pais devem tentar, sempre que o consigam fazer, lembrar-se que a criança está travando uma batalha maior que a deles para superar as limitações que a natureza impôs ao seu organismo. Assim, é fundamental que os pais tentem também vencer a difícil batalha de se sentirem culpados ou envergonhados pelo comportamento inadequado dos filhos.Como obter um bom relacionamento com crianças hiperactivas A criança não deve ser submetida a " estímulos " múltiplos e simultâneos ( caso da visita ao parque de diversões). Não podemos encher a vida e os horários de uma criança hiperactiva pois, em vez de gastar energia, vai acumular mais e mais energia ao longo dessas várias actividades.Quando for atribuída uma tarefa ou quando se exigir algo da criança, devemos ter a certeza de que o que estamos a exigir dela está dentro das suas capacidades (Ex: exigir que a criança fique quieta por várias horas é para ela uma meta quase impossível de ser atingida).Ao estabelecer metas ou tarefas para a criança, não se poupe a elogios sempre que a tarefa for completada dentro das condições esperadas. Assim, a criança vai sentir-se estimulada a tentar atingir resultados positivos sempre que for posta à prova.Estas crianças são muito inteligente e não aceitam frustrações. Logo, devemos evitar colocá-las em situações que tornem "falso" aquilo que elas acreditavam ser "verdadeiro".Potenciar o erro numa criança hiperactiva normalmente tem um resultado desastroso. Assim, devemos ser concisos e objectivos nas informações que lhes fornecemos e nas metas que pretendemos que eles atinjam.Quando prometemos qualquer coisa a um hiperactivo, temos que cumprir e temos que o fazer exactamente da forma como nos comprometemos perante elas.Não podemos fazer promessas dependentes de variáveis que não dependem da criança (por exemplo " se não chover você poderá fazer..." ou "se eu tiver dinheiro eu dar-te-ei..."). O mais correcto será não prometer e dar ou fazer apenas quando for possível.Jamais devemos considerar como uma afronta, desrespeito ou desafio o facto da criança enfrentar, discutir e argumentar com adultos. Estas reacções não constituem uma afronta e sim uma característica de sua condição.Não devemos exigir dos pais destas crianças atitudes drásticas em relação a um comportamento inadequado. Claro que as pessoas não gostam de certas atitudes, no entanto, devemos ser tolerantes, compreensivos e positivos pois só se assim procedermos estaremos a tomar uma atitude construtiva.Finalmente, o sucesso da criança hiperactiva depende de todos os membros da família e cada um deve dar sua contribuição. Isto significa que devemos fazer as coisa de forma concreta e objectiva para que a criança entenda, pois só assim ela conseguirá, gradualmente, ultrapassar as suas dificuldades.Fonte: APCH - Associação Portuguesa de Crianças Hiperactivas

Obesidade Infantil


É nos meios urbanos que a obesidade infantil deixa a sua marca mais pesada. No entanto, a ruralidade também não mostra um cenário diferente. As estatísticas dizem que, a nível nacio­nal, 31,5% das crianças entre os 9 e os 16 anos são obesas ou sofrem de excesso de peso. E daqui sobressai uma conclusão: é preciso agir. Caso contrário, a já ameaçada esperança média de vida destes miúdos vai ser ainda mais curta do que aquela que a geração dos pais tem neste momento.Perante a informação que é disponibilizada constantemente, ainda é pouca a sensibilização a sério para este problema, que a Organização Mundial de Saúde entende como epidemia. Parecem passar despercebidas a pais e Estado as consequências reais a longo prazo. Sobretudo quando se tem em conta que a alimentação incorrecta e a escassa prática de actividade física são a base desta situação, não só nos adultos, mas particularmente na população infantil.Certo é que, neste momento, calcula-se que no futuro haja mais adultos que, para além de obesos, vão sofrer de patologias cardiovasculares, cada vez mais cedo. Vão ser mais atingidos pelos efeitos da diabetes tipo 2, que também sobe a olhos vistos nos jovens de hoje. Já para não falar de distúrbios da personalidade, decorrentes do estigma de ser gordo, como assinala uma campanha desenvolvida por estes dias nos diversos media. Há um miúdo à porta de um prédio, toca à campainha, diz o seu nome, mas lá em cima no apartamento o amigo só o conhece quando ouve: «Sou eu, o gordo.»
Em casa... as crianças também podem fazer exercícioAlguns conselhos para pôr os miúdos «a mexer» em casa:
• Brincadeiras com bolas saltitonas de borracha, balões, raquetas de pingue-pongue, que não causam estragos;• Kits de «bowling», à escala caseira;• Enquanto são pequenos, entre os 2 e os 4 anos, deixe-os saltar em cima do colchão da cama (caso não tenham problemas respiratórios);• «Luta de almofadas» (caso não tenham problemas respiratórios);• Jogo do «elástico» ou jogo portátil da «macaca»;• Muita criatividade!!!Estes são exemplos de como as crianças podem gastar energia mesmo em casa. Mas não substitui a actividade física na rua, ao ar livre, ou a prática desportiva.Fonte: Medicina & Saúde

domingo, 18 de maio de 2008


TÉCNICA DE LA INTUBACIÓN
En primer lugar, el paciente debe estar bien ventilado y oxigenado con el ambú, antes de proceder a la intubación.
La posición del paciente es importante. La mejor posición es en la que se coloca la cabeza del paciente ligeramente elevada sobre una almohada
La columna cervical estará en flexión y la cabeza en hipertensión
Se tendrá preparado el material necesario para la aspiración de secreciones
Se comprobara la presencia de cuerpos extraños o la utilización de dentadura postiza
Los labios se separaran durante la introducción de la lamina del laringoscopio para evitar que puedan lesionarse
Se introducirá la lamina del laringoscopio en el lado derecho de la boca y la lengua se rechaza hacia la izquierda.
Se dirigirá el laringoscopio hacia adelante arriba para exponer la epiglotis y luego la glotis.
El tubo endotraqueal previamente lubricado y tras comprobación del balón se deslizara hacia la parte derecha de la boca introduciéndola entre las cuerdas vocales con suavidad.
Cuando el tubo esta en la traquea, es preciso hinchar el balón e introducir en la boca una cánula de guedel.
Verificar que la sonda de intubación no se halle en el bronquio derecho con la auscultación de ambos campos pulmonares.
Fijar el tubo con una venda
En ciertos casos difíciles de intubación podemos ayudarnos con unas pinzas de Magill para guiar la sonda hacia el orificio glótico. También nos podemos ayudar con un mandril o fiador.
Las dificultades de intubación a veces son consecuencia, de una mala posición de la cabeza y del cuello como es el caso de los cuellos cortos y musculosos.
COMPLICACIONES
Intubación del bronquio principal derecho.
Autoextubación.
Excesiva presión del manguito.
Estenosis traqueal.
La obstrucción del tubo endotraqueal
Las secreciones mal aspiradas
Lesiones de cuerdas vocales y labios
Herida en la traquea o en el esófago con un mandril
Hemorragia nasal por intubación nasal.
El éxito de la intubación rápida dependerá :
De tener preparado el material de intubación:
Laringoscopio (verificar las bombillas )
Pinzas de Magill
Fiador
Tubos endotraqueales de diferentes medidas. Hombre adulto 8- 8’5. Mujer adulta 7-8.
Ambú y conexión de oxigeno.
Aspirador y sondas de aspiración
Jeringas de 10ml, gasas, guantes y un trozo de venda
Coordinación y buena organización entre los miembros del equipo.
CUIDADOS DE ENFERMERÍA EN UN PACIENTE INTUBADO
Aspiraciones cuidadosas y frecuentes para evitar tapones de moco traqueobronquiales y faríngeos
Eficaz humidificación del aire inspirado
Comprobación de la buena posición del tubo endotraqueal ( demasiado fuera o dentro)
Control del balón, que no se debe inflar demasiado ( 6 - 8 ml ).

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Enfermagem e a derrota de Bolonha...

.
"Há muitos anos que a classe de Enfermagem perseguia a licenciatura e equiparação a técnicos superiores. Tudo fez: reivindicou, enfrentou, investiu tempo, dinheiro e esforço pessoal, familiar, profissional e social para atingir esse objectivo.
Além do que se aprendeu, a classe esperou e espera ainda que o "novo" grau académico conferisse reconhecimento sócio-laboral, servisse de argumento (justo) à renegociação de uma carreira de Enfermagem adequada e por conseguinte uma remuneração compatível.
Não coloco em causa os ensinamentos leccionados. Aprendemos, mas também demos muito a aprender e a conhecer outra realidade a quem só lecciona. Foi uma interessante troca de ideias e experiências. Agora chegou o Processo de Bolonha!
Curso Complemento de Enfermagem? Licenciatura de base? Para que serviram?O Processo de Bolonha vem aproximar as comparações das formações na área do ensino superior europeu. Este processo na Enfermagem portuguesa vai promover a desqualificação do diploma de licenciado pré-bolonha.
Esta desqualificação vai retirar um argumento de peso às negociações da nossa futura carreira e por conseguinte, mais uma vez as nossas remunerações como técnicos superiores são colocadas em causa.
Seremos equiparados ao 1º grau do ciclo - "bachelor". Temos 4 anos de formação curricular com a possibilidade de um 5º ano. Na restante comunidade, bastam apenas 3 anos de formação curricular para conseguir o mesmo grau!! Não está em causa o tempo, mas as competência adquiridas nesse tempo. Serão as mesmas???
O Ministro da tutela afirmou que "a legislação em vigor não permite, neste momento, mais do que a consolidação do ensino de Enfermagem num 1º Ciclo de 240 créditos (quatro anos)" Para não falar do financiamento... só os cursos universitários é que podem ter acesso a fundos públicos até ao 2º ciclo!
A Enfermagem tem apenas financiamento até ao 1º ciclo! Noutros cursos, quase todos estão a sair como mestres agora das faculdades, competências como gestão e investigação estão apenas garantidas aos detentores do segundo ciclo de formação.
No complemento de formação/licenciatura de base em Enfermagem, tivemos essas cadeiras, elaboramos trabalhos, realizamos estágios!!!
Agora, pelo que se constata, o próximo "degrau" da escada será o mestrado para se conseguir algo (acesso equitativo a posições de liderança, assessoria e gestão relativamente a outros profissionais)! Muito mais haveria a dizer das implicações do Bolonha à Enfermagem portuguesa!!!
Frequentamos o complemento em Enfermagem (e a licenciatura de base passou a ser´a formação mais básica para o exercício da profissão) tendo em vista a evolução da classe. Afinal parece que não passou apenas de uma medida de estética...
Antes seria: concluir o complemento para conseguir "abrir a porta"! Agora: parece que vamos ter que subir mais um "degrau" até chegar à porta! Alguém sabe o que por trás da porta a que os Enfermeiros não conseguem alcançar? Apenas serviu o propósito de alguns... De quem?? Ganhamos algo, isso é certo e inegável. Conquistamos um novo patamar, um título, dinamizamos outros instrumentos de índole profissional, formas de pensar, agir, criticar e construir...mas não temos o reconhecimento social e laboral merecido! As competências actuais dos Enfermeiros também não estão em consonância com a respectiva formação...
Nem tudo o que ganhamos paga as nossas expectativas que colocamos ao fazer este complemento/enveredar pelo curso de Enfermagem, paga o investimento que fizemos e os esforço desenvolvidos...Quem ganhou com aquilo que investimos não sei... Quem vai perder com esta revira-volta serão, seguramente, os Enfermeiros..."


Texto retirado do Blog Doutor Enfermeiro (http://doutorenfermeiro.blogspot.com/2008/04/enfermagem-e-derrota-de-bolonha.html)

sábado, 29 de março de 2008

A desidratação


A desidratação é uma deficiência de água no organismo.


A desidratação produz-se quando a eliminação de água do corpo é maior que o volume ingerido. A deficiência de água, em geral, provoca um aumento da concentração de sódio no sangue. Os vómitos, a diarreia, o uso de diuréticos (medicamentos que provocam a excreção de excessivas quantidades de sal e de água pelos rins), o excesso de calor, a febre e uma diminuição do consumo de água podem conduzir à desidratação. Algumas doenças, como a diabetes mellitus, a diabetes insípida e a doença de Addison , podem ocasionar desidratação devido às excessivas perdas de água que as caracterizam.


Em primeiro lugar, a desidratação estimula os centros da sede do cérebro, fazendo com que se beba mais líquido. Se o consumo não conseguir compensar a água que se perde, a desidratação agrava-se, a transpiração diminui e produz-se menor quantidade de urina. A água desloca-se desde o vasto depósito interno das células até ao sangue. Se a desidratação não melhorar, os tecidos corporais começam a secar. Por fim, as células começam a encolher-se e a funcionar inadequadamente. As células do cérebro estão entre as mais propensas à desidratação, de maneira que um dos principais sinais de gravidade é a confusão mental, que pode evoluir para o coma.


As causas mais frequentes de desidratação, como a sudação excessiva, os vómitos e a diarreia, provocam uma perda de electrólitos, especialmente sódio e potássio, além de água Daí que a desidratação seja acompanhada muitas vezes de uma deficiência de electrólitos. Nesse caso, a água não se desloca com facilidade desde o grande depósito interno das células para o sangue. Por isso, o volume de água circulante no sangue é ainda menor. Pode verificar-se uma queda da pressão arterial, provocando ligeiros enjoos ou sensação de perda iminente de consciência, especialmente ao pôr-se de pé (hipotensão ortostática). Se a perda de água e electrólitos continua, a pressão arterial pode descer perigosamente e provocar um estado de choque com graves lesões em muitos órgãos internos, como os rins, o fígado e o cérebro.


Tratamento


Em caso de desidratação ligeira, beber água natural pode ser suficiente. Contudo, quando se verificou uma perda de água e de electrólitos, deve-se também repor o sal (em especial o sódio e o potássio). Foram criadas algumas bebidas isotónicas para repor os sais (electrólitos) perdidos durante o exercício intenso. Essas bebidas podem ser utilizadas para prevenir ou curar a desidratação ligeira. Beber uma grande quantidade de líquidos e consumir uma pequena quantidade de sal adicional durante ou depois do exercício também é um método eficaz. As pessoas com problemas cardíacos ou renais devem consultar o médico para repor da forma mais segura o líquido antes de começar a prática de qualquer exercício.


Se a queda da pressão arterial causar um estado de choque ou ameaça de choque, administram-se por via endovenosa soluções que contenham cloreto de sódio. Os líquidos endovenosos são fornecidos rapidamente no princípio e depois mais lentamente à medida que melhora o estado físico. Deve-se sempre tratar a causa de base da desidratação. Por exemplo, em caso de diarreia, pode ser necessário tomar medicamentos para a tratar ou interrompê-la, além de repor líquidos. Quando os rins estão a excretar água em demasia devido a uma deficiência da hormona antidiurética (como pode acontecer num caso de diabetes insípida), pode ser necessário efectuar um tratamento crónico com hormona antidiurética sintética. Uma vez solucionada a causa, os indivíduos em fase de recuperação são controlados para assegurar que o consumo oral de líquidos é de novo o adequado para manter a hidratação.

quinta-feira, 20 de março de 2008

NOVO SUPORTE BÁSICO DE VIDA


Curiosidade - "AUTO RCP"


Digamos (apenas por hipótese) que são 18:15 e estás de regresso a casa, depois de um dia de trabalho especialmente difícil.

Estás realmente cansado e frustrado……

Repentinamente, experimentas uma forte dor no peito, que se difunde até ao teu braço e, até mais acima, à mandíbula.

Estás a 8 km do hospital mais próximo de casa.

Desafortunadamente, não sabes se conseguirás fazer essa distância e chegar lá.

QUE DEVO FAZER ???

MESMO QUE TENHAS SIDO TREINADO EM RCP (Ressucitação Cardio Pulmonar), PROVAVELMENTE O INSTRUTOR DO CURSO NÃO TE DISSE COMO APLICÁ-LA A TI MESMO !!!

COMO PODERÁS SOBREVIVER A UM ATAQUE DO CORAÇÃO, QUANDO TE ENCONTRARES SÓ?

MUITAS PESSOAS ENCONTRAM-SE SOZINHAS, QUANDO SOFREM UM ATAQUE DE CORAÇÃO.

SEM AJUDA, UMA PESSOA NA QUAL O CORAÇÃO BATA INCORRECTAMENTE E QUE COMECE A SENTIR-SE DESMAIAR, SÓ TEM 10 SEGUNDOS, ANTES DE PERDER A CONCIÊNCIA.

QUE FAZER ??

RESPOSTA:

NÃO ENTRES EM PÂNICO, COMEÇA A TOSSIR REPETIDA E VIGOROSAMENTE.

DEVES RESPIRAR PROFUNDAMENTE, ANTES DE CADA TOSSE. A TOSSE DEVE SER PROFUNDA E PROLONGADA, COMO QUANDO SE PRODUZ UM FORTE ATAQUE DE TOSSE, PROVENIENTE DO DIAFRAGMA .

CADA INALAÇÃO E CADA TOSSE DEVEM SER REPETIDAS DE DOIS EM DOIS SEGUNDOS, APROXIMADAMENTE, E SEM PARAR, ATÉ QUE SE CONSIGA UMA AJUDA, OU ATÉ QUE O CORAÇÃO ESTEJA, DE NOVO, A BATER NORMALMENTE.

AS INSPIRAÇÕES PROFUNDAS LEVAM OXIGÉNIO AOS PULMÕES E OS MOVIMENTOS DE CONTRACÇÃO DA TOSSE COMPRIMEM O CORAÇÃO E MANTÊM O SANGUE A CIRCULAR. A PRESSÃO SOBRE O CORAÇÃO TAMBÉM AJUDA A RECUPERAR O RITMO CARDÍACO NORMAL. DESTA MANEIRA, AS VÍTIMAS DE UM ATAQUE DE CORAÇÃO PODEM CHEGAR AO HOSPITAL E SOBREVIVER.

ARTICLE PUBLISHED ON N.º 240 OF JOURNAL OF GENERAL HOSPITAL ROCHESTER

terça-feira, 18 de março de 2008

Recuperação Após A Cirurgia Abdominal: É a Alimentação Adiantada Preferível?


SUMÁRIO

No período pós-operatório da recuperação após a cirurgia abdominal, devem os pacientes ser permitidos de escolher a sua própria dieta, ou deve a ingestão de alimentos ser limitada até o retorno da função digestiva? Os autores conduziram uma experiência que compara estas aproximações divergentes num grupo de pacientes que submetem-se à extirpação de uma parte do intestino grosso ou à cirurgia vascular abdominal. Para pacientes no grupo de alimentação adiantado, havia uma diferença mínima em algumas das medidas especificadas do resultado, a não ser que esse consumo de uma dieta normal fosse atrasado no grupo restrito da entrada de alimento.


DESENVOLVIMENTO

Citando Shakespeare, "para alimentar ou para não alimentar," é a pergunta da pesquisa posed pelos autores desta experimentação clínica. A aproximação cirúrgica intestinal tradicional durante uma anastomosis intestinal foi dado ênfase deve reter o alimento contínuo por diversos dias ("nada pela boca"). Um tubo nasogastrico é introduzido para decompressar o estômago e os líquidos do intravenosos são administrados. Quando a motilidade gástrica recupera, a alimentação operatória deve iniciar com quantidades gradualmente aumentadas de líquido. Alimentos estão permitidos ao paciente contínuos somente quando há a evidência (passagem do flato ou de um movimento de intestinal).

Mas é a limitação dietética realmente necessária, ou pode o paciente ser permitido a escolheu quando e que a comer? Para responder a esta pergunta, os autores recrutaram 128 pacientes que submetem-se à cirurgia em 2 hospitais ensinando e em 1 hospital nonteaching nos Países Baixos. Estes pacientes foram programados submeter-se a cirurgias abdominal principais -- resseção dos dois pontos ou cirurgia vascular abdominal. Atribuíram aleatóriamente pacientes a 1 de 2 grupos:

  • Os pacientes seguíram uma aproximação dietética pós-operatória convencional (quantidades crescentes de líquidos para os primeiros 3 dias, então uma dieta facilmente digerida no dia 4, seguido por uma dieta normal no dia 5); ou

  • Foram permitidos aos pacientes escolher o que quiseram comer e quando quiseram o comer.

O endpoint principal era a necessidade reintroduzir um tubo nasogastrico. Os endpoints secundários incluíram o tempo até que o paciente consumiu uma dieta normal, o comprimento da estada do hospital, e complicações pós-operatória. O estudo é original que inclui a contagem da dor e a informação da qualidade-VIDA. Os autores tentaram medir a dor usando a escala de a10-point e a qualidade de vida com um questionário padrão dos 36-artigos (SF-36) e uma escala dos 20-artigos projectou medir a fatiga.

Os 2 grupos eram similares com respeito à proporção dos machos e as fêmeas, a idade, índice maciço do corpo, tipo de anestesia, tipo de cirurgia, e comorbidities. A única diferença observada estava na perda medida do sangue, que era mais grande no grupo atribuído à aproximação dietética convencional. Porém na análise, os autores ajustaram para esta diferença, assim que ela não deve ter inclinado os resultados.

Que eram os findings? Em quase cada medida do resultado, os 2 grupos eram estatística similares, incluídas o tempo à passagem do flato ou do defecatório, necessidade reintroduzir um tubo nasogastrico, e o comprimento da estada do hospital. Nem a dor nem o parâmetro da qualidade-$$$-VIDA pareceram ser afectados cedo alimentando. Está tranquilizando particularmente que mortalidade pós-operatória (o número total dos pacientes = 5) e morbilidade não diferiu entre os 2 grupos. A única diferença significativa realizava-se no tempo a tolerar o alimento contínuo -- 2 dias para pacientes no regime dietético self-selected e 5 dias para os pacientes atribuídos à dieta pos-operatório convencional.

Porque havia nenhumas diferenças em a maioria de resultados entre as 2 aproximações dietéticas, podemos concluir que são equivalentes? Devemos nós permitir que os pacientes escolham suas próprias dietas? Baseado neste estudo, a resposta é qualificado "talvez."

Que são as fraquezas do estudo? Um dos interesses principais é que este era um estudo pequeno; num estudo maior, algumas diferenças entre os 2 grupos podem ter aparecido. Por exemplo, 10% dos pacientes no grupo convencional requereu o reinserção de um tubo nasogastrico comparado a 20% dos pacientes no "comem o que quer que você sente como" o grupo. Esta diferença não era estatística significativa, mas se o tamanho de amostra fosse maior -- diz 200 pacientes em cada grupo, talvez a diferença pôde ter alcançado o significado.

Um outro inconveniente do estudo é que não gravou ou não mediu o que os pacientes na dieta de improviso ingerido realmente. Por exemplo, podem inicialmente ter consumido somente líquidos, mas ter recomeçado uma dieta normal somente um dia ou 2 mais adiantado do que o grupo de controle. Uma outra possibilidade é que aqueles pacientes que requereram o reinserção de um tubo nasogastrico consumiram alimentos contínuos imediatamente depois da cirurgia, visto que os assuntos que não requerem o reintubação eram mais lentos recomeçar uma dieta normal. Em todo o caso, é infeliz que o estudo não incluiu esta informação.

Como é que este estudo se compara aos relatórios similares? Desde 2000, tem estado diversos estudos que olham a introdução cedo da alimentação após a cirurgia abdominal. Lewis e os colegas de trabalho publicaram uma meta-análise em 2001 que olham cedo de alimentação contra uma dieta restrita. Baseado em 11 estudos, concluíram que não havia nenhum benefício em aderir a uma dieta restrita. Indicaram que o dismotilidade pos-cirurgia abdominal afecta predominantemente o estômago e os dois pontos e que o intestino recupera uma função normal entre 4 e 8 horas, a alimentação tolerada e o alimento absorvido dentro de 24 horas. Embora cedo alimentando fosse associado com um risco aumentado de vomito (P ≥ o 05), a meta-análise não pareceu encontrar nenhuma outra vantagem desobstruída em manter a dieta absoluta dos pacientes pela boca após o resseção gastrointestinal electiva. A alimentação precoce foi associado com o comprimento reduzido da estadia hospitalar, a redução das infecções, e o risco reduzido possível para o deiscencia. Os autores de um editorial acompanhando quiseram saber se os benefícios da alimentação oral adiantada diferem pelo status nutritivo pre-operatório. Esta política tem recursos para o benefício o mais grande aos pacientes malnourished?

Andersen e os uma revisão 2006 sistemática de 13 experimentações que totalizam 1173 pacientes que submetem-se à cirurgia gastrointestinal. Não havia nenhuma diferença significativa entre dietas pos-operatórias restritas e de improviso, mas os findings sugeriram também que não havia nenhuma vantagem à limitação dietética. Também, embora não alcançando o significado estatístico, o sentido do efeito na análise indicou também que uma alimentação mais adiantada pode reduzir o risco de complicações pós-operatórias.

Em 2007, Charoenkwan e os colegas executaram uma outra revisão sistemática de dietas pós-operatórias nos pacientes que submetem-se à cirurgia ginecológicas e abdominal. Encontraram também que cedo alimentar era segura, mas, similar a outros relatórios, associados com o náusea aumentado. Não pareceu estar nenhuma gordura significativa do tempo à primeira passagem do flato ou do tempo ao primeiro movimento de intestinal. Concluíram que a decisão para iniciar a alimentação oral adiantada deve ser feita em uma base individual, fazendo exame no custo-beneficio da consideração, na satisfação paciente, e em outras mudanças psicológicas.

Num estudo 2006 de programas da reabilitação da "rápido-trilha" na cirurgia ao cólon, os autores usaram um chá consistindo e uma sopa da dieta pós-operatória, que dessem aos pacientes sinais optimistas que estavam na saúde boa e saiam do hospital logo. Os autores conclíram que cedo alimentando, a seguir, também pode ter os efeitos psicológicos positivos que podem ajudar à recuperação. Em todo o caso, os autores cited os estudos que mostram aquele protein-enriched, suplementos nutritivos elevado-high-caloric (1.5 kcal e
0.05 g protein/mL) diminui significativamente complicações postoperative e recomendaram que estivessem administradas imediatamente depois da cirurgia e continuadas até que o paciente comece comer e beber normalmente.


Em resumo, o estudo sob a discussão aqui adiciona à informação disponível de diversos estudos prévios que indicam que a alimentação oral adiantada é segura e não aumenta o morbilidade ou o mortalidade. Porque o tempo à ressunção de uma dieta normal é significativamente mais curto a estadia do hospital pode ser encurtada.

Talvez a mais melhor política pôde ser "dentro entre" a aproximação. Os pacientes poderiam ser ditos: "depois que sua operação que você pode comer e para beber o que quer que lhe apela, mas nós não recomende recomeçar uma dieta normal ou comer muitos de alimentos contínuos para as primeiras 24-36 horas." Tal política pode evitar o nausea aumentado e reduzir a necessidade para o reinserção de um tubo nasogastrico.

domingo, 16 de março de 2008

Reunião da O.E com José Sócrates



No passado dia 7 de Março a
Ordem dos Enfermeiros (OE) reuniu-se com Senhor Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates.
Nesta reunião existem dois pontos a ressaltar, nomeadamente:
  1. O balanço que a OE faz deste encontro é positivo;
  2. O Senhor Primeiro-Ministro assumiu o compromisso de reforçar as dotações de profissionais nomeadamente enfermeiros - de acordo com as necessidades dos serviços de saúde, bem como de impedir que jovens enfermeiros fiquem no desemprego.
Os enfermeiros não tem agora nenhuma dúvida do seu futuro, e ainda mais os recém-licenciados, claro está...
Caros leitores a Alice acabou mesmo agora de me enviar um e-mail a dizer que vai voltar para Portugal, que afinal, o país das maravilhas é o nosso país... Ela também referiu que o P.M é como a "Raínha das Copas", mas em versão mais "hard", e por isso, vai voltar para combater neste reino de fantasia. A Alice disse, que já não lhe dá incentivo nenhum viver no país das maravilhas, porque há países que esses sim...
Tenho aqui um pequeno excerto do e-mail da Alice:
" Isto aqui está muito fraco, quero mais aventura, mais incerteza, porque isso dá-me garantias de trabalho. Adoro esse frenesim português...enfim vou ter que voltar...porque tenho de salvar Portugal do terrível P.M..."

quinta-feira, 13 de março de 2008

Petição Enfermeiros

Novo código de trabalho
O ordenado dos e das enfermeiras/os está a piorar mais ainda, hoje são os contratados
(todos/as fomos alguma vez contratados/as e sabemos o que isso é) mas
amanhã seremos todos e todas perjudicadas/oas.

Por favor acedam a este site e assinem a petição... um pequeno gesto
pode juntar muitas pessoas a lutar contra as injustiças que estão a
ser cometidas com os e as enfermeiros/as por todo o país.

www.petitiononline.com/ifchlo/petition.html