quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Falta de Adesão à Lavagem de Mãos

POR/BR
Falta de Adesão à Lavagem de Mãos, Ação Irritante do Uso de Sabão e Luvas e Sua Influência na Microbiota Qualitativa e Quantitativa das Mãos de Enfermeiros

A lavagem de mãos é o procedimento mais simples e efetivo no controle das infecções Hospitalares, porém o mais difícil de ser implementado. A baixa adesão a esta prática é freqüente em função de vários fatores, particularmente à falta de pias, de tempo e da intolerância ao uso repetido de sabão. Este trabalho avaliou as alterações na microbiota das mãos de profissionais
de enfermagem sadias e irritadas pelo uso de luvas quando da lavagem com água e sabão. Avaliando-se a microbiota total das mãos, não houve diferenças nas contagens bacterianas obtidas antes e após lavagem de mãos sadias e irritadas de profissionais de saúde, porém
estas últimas com contagens mais altas. Observou-se uma maior freqüência (p≤0,05) de microrganismos com significado epidemiológico hospitalar nas mãos irritadas, com destaque para os bacilos Gram negativos. A importância amplamente reconhecida da higienização das mãos deve levar em conta a qualidade das formulações utilizadas, Particularmente em situações em que houver muitas oportunidades de lavagens, como nas unidades críticas, para que não haja comprometimento da saúde das mãos, baixa adesão na sua higienização e riscos de infecção para os pacientes.


Palavras-chave: Infecção hospitalar, higiene das mãos, irritação das mãos


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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Saúde - Médicos x Enfermeiros


Saúde - Médicos x Enfermeiros


Depois de várias reuniões praticamente inconclusivas, somos agora alertados para um abaixo-assinado dos enfermeiros, sobre contestação de faltas ou omissões importantes para a classe, em benefício de um todo em formação "Saúde/Médicos", que francamente não entendemos.Será que são os senhores médicos que acompanham os doentes nos hospitais, casas de saúde e clínicas, aquando dos internamentos? Serão os médicos que chamam os enfermeiros quando é necessário aplicar cuidados especiais de enfermagem, a prestar aos doentes internados? Serão os médicos que acompanham e vigiam, noite dentro, os doentes internados em cuidados intensivos e alertam os enfermeiros quando devem intervir na prestação dos cuidados e tarefas que se tornem necessárias aos doentes, face a alterações e reacções às profilaxias indicadas? Serão os médicos, quando após tantas chamadas e tanta persistência com a aplicação correcta dos fármacos e ao desenvolvimento normal do doente nas suas reacções, face aos resultados negativos que, porventura, surjam, a chamar os enfermeiros para a passagem da certidão de óbito? Tenham, por favor, a idoneidade de homens, na sua plenitude total, e assumam consequentemente, sem demagogias, egoísmo e vaidade, a verdadeira missão que escolheram e o juramento feito no final do curso. Cuidem dos vossos doentes com humanidade em uníssono sem olhar às medalhas de ouro para os médicos e entregarem aos enfermeiros e técnicos de saúde apenas réplicas de medalhas idênticas. Sejam homens verdadeiros e conscientes e lembrem-se que na "Saúde" há sempre médicos, enfermeiros, técnicos e ajudantes, e que todos trabalham em conjunto para o mesmo fim.



Emídio Loja in JN.PT

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Enfermeiros com sentido de humor ajudam doentes a lidar com a situação de internamento



“Resposta humana ao humor: Quando o humor integra o agir profissional dos enfermeiros” é como se designa a tese de doutoramento defendida na Universidade de Lisboa, no dia 30 de Janeiro, pela Prof.ª Helena José, docente do Departamento de Enfermagem da Escola Superior de Saúde de Faro (ESSaF) da UAlg. Aprovada com louvor e distinção, Helena José tornou-se assim a primeira doutorada em Enfermagem da Universidade de Lisboa e demonstrou que o humor é uma estratégia essencial no dia-a-dia do cuidado de enfermagem. “O humor é algo muito importante na vida das pessoas e por isso os enfermeiros não podem deixar de o integrar na sua esfera de competências: têm a obrigação de o fazer”, sublinha.

A tese defendida por Helena José assume como eixo central a integração do humor no agir profissional dos enfermeiros de um serviço de cirurgia e procura, genericamente, responder a uma pergunta: será possível integrá-lo, realmente, na esfera de competências do enfermeiro?
Com a ajuda voluntária de 19 enfermeiros do serviço de Cirurgia do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio (CHBA), que entre Setembro de 2005 e Março de 2007 colaboraram com Helena José introduzindo o humor na sua prática profissional, conseguiu obter uma resposta: “Sim, é possível integrar o humor na prática da enfermagem. Verificámos que o humor minimiza a ansiedade e a angústia induzidas pelo internamento ao doente, mas que também atenua o stress vivenciado diariamente pelo próprio enfermeiro, permanentemente em contacto com situações de sofrimento”, refere a investigadora.
Para fazer a recolha dos dados foram analisados documentos escritos, aplicada a Escala Muiltidimensional do Sentido de Humor aos 77 doentes e 19 enfermeiros participantes no estudo, tendo ainda havido lugar a períodos de observação e entrevista. Os dados recolhidos foram então submetidos a análise estatística, de conteúdo e de discurso. Assim, durante este ano e meio (e parece continuar ainda) o humor foi integrado no agir profissional dos enfermeiros do serviço de Cirurgia do CHBA, ou seja, em todas as dimensões da prestação de cuidados.

18 meses com comédias e livros humorísticos, caricaturas e piadas deram frutos
No contexto deste estudo verificou-se que o humor minimizou sentimentos negativos e promoveu a comunicação, contribuindo para o estabelecimento de uma relação de confiança entre o enfermeiro e a pessoa cuidada. “O humor funcionou como uma estratégia muito eficaz para lidar com a tensão e a ansiedade”, adianta a investigadora.
Diversas estratégias foram utilizadas pelos enfermeiros para interagir com os doentes, como anedotas, visionamento de filmes cómicos, leitura de livros humorísticos e brincadeiras, entre outras. “Tendo em conta a pessoa internada num serviço de cirurgia, o humor ganhou expressão na forma de comunicação verbal e não verbal, facilitando a abordagem do enfermeiro e ao mesmo tempo promovendo a receptividade da pessoa às informações que lhe eram dadas”, continua a especialista.
Helena José chama a atenção para outro aspecto: o ambiente descontraído vivido entre os próprios elementos da equipa de enfermagem, ao recorrerem ao humor como ferramenta de trabalho, acabou por ter um efeito de contágio junto dos doentes. “Sai beneficiada a própria relação de cuidados, sobretudo ao nível da promoção da confiança que os doentes depositam nos enfermeiros: torna a relação entre ambos mais informal, facilita a expressão de sentimentos, alivia a ansiedade, distrai e ajuda a gerir a situação vivida no momento.”
Ainda segundo a investigadora, “a relação interpessoal estabelecida entre o enfermeiro e a pessoa de quem cuida beneficia da utilização do humor já que este reduz o desconforto de ambos aquando de procedimentos invasivos ou que impliquem exposição corporal”. Por exemplo, exemplifica, “o recurso ao humor permitiu que o enfermeiro efectivasse uma acção dolorosa sem que o doente quase nem se apercebesse, ou seja, este distraiu-se e descentrou-se daquilo que o enfermeiro estava a fazer”.

Investigadora lança repto: reconheça-se o poder benéfico do humor
“A integração do humor no agir profissional dos enfermeiros é um avanço no estabelecimento da interacção enfermeiro-doente, ao promover o declínio de uma imagem séria, rígida e formal”, reforça Helena José na conclusão da sua tese de doutoramento, lançando um repto:
“Impõe-se levar ainda mais além o aprofundamento desta temática e desafiam-se gestores e administradores de hospitais e centros de saúde, reitores, presidentes de conselhos directivos, docentes, enfermeiros e ordens profissionais a reconhecerem que o humor tem poder emancipador e transformador, que tem imensas virtudes, seja qual for a situação de vida da pessoas e que, por isso, devem valorizá-lo e promover a sua integração no desempenho e na formação, contribuindo assim para pessoas e organizações mais saudáveis”.
Mas Helena José não se limita a sugerir a integração activa e positiva do humor nos cuidados de enfermagem. Na sua tese de doutoramento deixa duas propostas concretas, concebidas com base nos dados recolhidos durante o trabalho de campo: o modelo explicativo da integração do humor no agir profissional dos enfermeiros e o “modelo Sorriso”. Este último é apresentado pela investigadora como sugestão de boa prática para uma utilização do humor enquanto acção de enfermagem, que pode ser sintetizado assim: “sorriso, conectar o olhar, usar intuição e imaginação, parar, ouvir, usar sensibilidade, considerar o efeito da acção”.


in Canallagos.com

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Empresas estrangeiras recrutam portugueses qualificados


A saúde é a área predominante - Classificados na Net cada vez mais procurados



Nos sites de emprego ou nos classificados dos jornais, são cada vez mais comuns os anúncios de empresas e hospitais estrangeiros a recrutarem profissionais portugueses com qualificações superiores. A saúde é a área predominante, especialmente no domínio da enfermagem.
O fenómeno pode ser constatado no site do IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, que, mesmo não sendo muito pródigo na quantidade de anúncios de emprego, durante o mês de Janeiro deu conta de três alertas de empresas estrangeiras. Como seria de esperar, lá está uma oportunidade para enfermeiros, desta feita na Finlândia. O anúncio surge em inglês e, sem grandes detalhes, apenas dá conta de que o prazo para o envio de currículos termina a 10 de Março, estando prevista a realização de entrevistas em território luso durante a primeira semana de Abril. A emigração de enfermeiros portugueses tem crescido e o destino é, na maioria das vezes, Inglaterra. Logo no início do ano, uma reportagem da RTP avançava até com a informação de que em 2008 se haviam inscrito 66 enfermeiros de nacionalidade portuguesa na Ordem dos Enfermeiros britânica. Sem ter acesso a qualquer tipo de estatística, conseguimos no entanto perceber que esta não é uma situação exclusiva do sector da saúde. A provar que as vagas do mercado internacional à disposição de profissionais portugueses vão mais além está um anúncio também publicado no site do IEFP, dirigido a assistentes sociais. A oportunidade expirou a 23 de Janeiro, data em que teve lugar em Coimbra uma sessão de informação/recrutamento para quem pretendesse exercer a profissão no Reino Unido. Igualmente exigente na perspectiva das qualificações é um anúncio da cadeia de hotéis Iberostar, que procura animadores para unidades hoteleiras em Palma de Maiorca. A procura incide sobre técnicos especializados em “fit&fun sports” e/ou em animação de crianças para a temporada Primavera-Verão 2009, que tem início já em Março.


Fonte: Algarve Press

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Humor ajuda doentes a superar dor e melhorar


Queimados são dos que mais beneficiam do tratamento feito por enfermeiros bem-dispostos



00h38m
EDUARDA FERREIRA



Para atenuar a dor e o sofrimento causados pela doença, profissionais de saúde podem lançar mãos a "palhaçadas"? Sem dúvida que sim, responde a primeira doutorada em Enfermagem pela Universidade de Lisboa.
Helena José desenvolveu o tema da sua tese no Hospital Distrital do Barlavento Algarvio, EPE, aí contando com a colaboração dos serviços e profissionais de saúde ligados a especialidades cirúrgicas. Ali convergem doentes com alguma ou muita gravidade, sofrendo de problemas agudos ou crónicos. A dor é a vivência em comum nestes doentes que, no grupo estudado, incluíu também vítimas de queimaduras graves.
Helena José, que é professora da Escola Superior de Saúde da Universidade do Algarve, trabalhou no terreno da enfermagem entre 1986 e 1999, lidando directamente com urgências e blocos operatórios.
Neste estudo que serviu de base à sua tese de doutoramento (em que na passada sexta-feira foi aprovada com distinção e louvor) ela recorreu à cooperação de 19 enfermeiros e de 77 doentes; a observação directa no hospital decorreu ao longo de um semestre.
Aos profissionais de saúde foi pedido que usassem diversos estratagemas no seu contacto com os doentes ali internados: uma flor no cabelo, um autocolante com o traço simbólico internacional do sorriso afável, o nariz de palhaço redondo que uma campanha dirigida a crianças doentes já consagrou um pouco por todo o mundo. Outras armas: os filmes do desajeitado "Mr.Bean" ou o campeão das repetições portuguesas "Aldeia da Roupa Branca".
Mas estes são apenas instrumentos. Helena José defende que "o humor deve estar integrado na acção profissional do enfermeiro", porque isso significa uma mais-valia para o doente. "O bom humor faz-nos bem", afirma, para lembrar que "há já muita evidência científica do efeito do bom humor, por exemplo, pela libertação das endorfinas" (que potenciam a sensação de bem-estar, como parece acontecer quando comemos chocolate).
"Nem mesmo a pessoa mais rabugenta está desprovida de humor", comenta Helena José sobre a hipótese de alguns doentes não reagirem.



FONTE: www.jn.pt

A relação entre a articulação sacro ilíaca, estabilização muscular e a instabilidade lombo pélvica

Craig Liebenson (E-mail: cldc@flash.net) - JBMT Fonte Terapiamanual.net




Introdução


A articulação sacro ilíaca (SI) é umas das fontes dos problemas lombares e necessita uma pequena justificação para ser a causa especifica da dor. Tem sido provado que a dor vinda da articulação SI pode não só causar dores lombares, mas também dores na virilha e na coxa. Esta distribuição de dor e tensões palpáveis na EIPS são indicadores favoravelmente seguros de que o gerador da dor é a articulação sacro ilíaca. Surpreendentemente, os testes ortopédicos tradicionais não são muito confiáveis. Os testes de palpação ao movimento não são confiáveis se usados sozinhos.São hipóteses que a dor lombo pélvica pode ser devido à sobrecarga dos ligamentos do assoalho pélvico e/ou junção lombo pélvica durante a atividade em que se têm que transferir o peso entre as pernas e o tronco. Tem sido mostrado que esta insuficiência tem surgido devido a uma má função de estabilização muscular. Isto é um importante problema em particular nas mulheres vinda de parto com dor pélvica posterior semelhante à desordem comum. Biomecânica clinica da articulação SIO mecanismo de autofechamento da pelve é chamado de forma ou força de fechamento. A forma de fechamento é característica da anatomia da articulação SI, principalmente na sua superfície plana, promovendo estabilidade. Infelizmente estas superfícies planas são vulneráveis a força de torção semelhante as que ocorrem durante a caminhada. Trabalhos recentes têm demonstrado como os músculos, ligamentos e a fáscia toraco-lombar ajudam na estabilidade da pelve, desta maneira concluímos a força de fechamento. Isto é necessário durante a marcha quando as cargas unilaterais das pernas introduzem as forças de torção, e o sistema músculo-fáscia-ligamentar é requerido para estabilizar a pelve pela compressão da articulação SI.A tuberosidade do sacro e o longo ligamento sacroiliaco dorsal são responsáveis por limitar a nutação e a contra nutação, respectivamente. A tensão ligamentar insuficiente ira diminuir a força de fechamento. Três grupos de músculos se fixam na pelve os no sentido longitudinal, os oblíquos anteriores e os oblíquos posteriores, são os componentes ativos no sistema de estabilização da pelve. Estes músculos estão descritos na tabela 1.AvaliaçãoA provocação da dor, a mobilidade e a estabilidade da pelve devem ser todos testados. Testes de palpação nos movimentos individuais não são confiantes, mas quando uma seqüência de testes de confiança na articulação SI são usados juntos, pode ser feita uma classificação valida em pacientes que têm disfunção SI.Um novo teste de estabilidade chamado Active Straight-leg-raising test (ASLR) tem sido descrito por Mens.


Este pode ser usado para verificar se a articulação SI é instável e checar no pós-tratamento para determinar se a importância da tentativa de tratamento (ver tabela 2).O ASLR tem sido mostrado para ser associado com a dor sacro-iliaca do pós-parto. Mens pergunta aos pacientes para pontuar sua dificuldade em uma escala de um a seis:


- Sem dificuldade = 0;- Mínimo de dificuldade = 1;- Alguma dificuldade = 2;- Dificuldade significante = 3;- Muita dificuldade = 4;- Impossível de fazer = 5.


Tabela 1


-Músculos fixadores responsáveis pela força de fechamento na articulação SI.


Fixadores longitudinais:-


Origem do multifidus no sacro;


- Camada profunda da fáscia toracolombar;


- Origem da cabeça longa do bíceps com o ligamento sacrotuberoso;


Fixadores oblíquos posteriores:


- Grande dorsal e glúteo Maximo e bíceps femoral contralateral.


Fixadores oblíquos anteriores:


- Peitoral, obliquo externo, transverso do abdômen e obliquo interno.


Outros músculos:


- Diafragma;- Assoalho pélvico.


Tabela 2


-ASLRPaciente deitado em supino com as pernas 20 cm separadas fazendo uma elevação ativa de uma perna a 20 cm de altura seguindo a introdução, “tentar elevar a sua perna, uma após a outra, sobre o divã até 20 cm sem dobrar o joelho”.


O teste é positivo se:


- A perna não pode ser elevada;


- Sensação de peso na perna;


- Diminuição de força (o terapeuta deve adicionar força);


- Importante rotação ipslateral do tronco.


Deve ser observado para ver a melhora:


- Compressão manual ainda no ilíaco;


- Abdômen côncavo;


- Cinturão SI endurecido ao redor da pelve


.A pontuação de ambos os lados era adicionada, assim a extensão da soma da pontuação vem de 0 a 10.A confiança da mensuração do re-teste por Pearson´s correlaciona o coeficiente entre as duas pontuações do ASLR sendo uma semana 0.87; o ICC era 0.83. Sensibilidade era 0.87 e especificidade era de 0.94.Tem sido mostrado que a alteração da cinemática do diafragma e do assoalho pélvico estão presentes nestes que têm o teste ASLR positivo.


Adicionalmente, a compressão manual ainda no ilíaco normalizado causa uma alteração na estratégia do controle motor.


Tratamento


O tratamento abrange as recomendações, manipulação e exercícios. Após as recomendações sobre a postura lombo-pélvica durante as atividades de sentar, ficar em pé, andar, elevar peso e carregar peso. Em particular, dar recomendações para evitar crepitação durante um longo tempo sentado. Também, a estabilização do cinto SI pode ser indicado ate que o controle neuromuscular da postura seja reduzido subcorticalmente.


Manipulação ou a mobilização no bloqueio da articulação pode ser necessária. Outra terapia semi-ativa ou manual pode ser considerada incluída a liberação miofascial da fascia lombo dorsal e relaxamento pos isometria dos adutores, piriforme, ísquios tibiais, quadrado lombar, iliopsoas, grande dorsal, eretor da espinha ou tensor da fascia lata.


O exercício deve ser focado na reativação da estabilização intrínseca profunda semelhante ao transverso abdominal, obliquo interno e o multifidus. O quadrado lombar, glúteo médio, glúteo maximo e grande dorsal podem ser requeridos no treino de endurance. Em particular, padrões de exercícios de treinamento nos movimentos de estabilidade e posições semelhantes ao da vida diária, recreativa e esportiva ou demandas ocupacional. Por examplo, mini agachamento, puxamento e movimento de empurrar.


Resumo


As articulações SI são uma importante fonte de dor e de atividades intolerantes. A força de fechamento da articulação SI requer uma interação apropriada dos músculos, ligamentos e fácias. O teste ASLR pode ajudar a determinar se um tratamento específico é efetivo. Orientações sobre postura, manipulação ao longo da articulação SI com terapia manual dos músculos e fácias relatados, exercícios chaves de estabilização são todos componentes importantes na restabilização da estabilidade lombo-pélvica.



References


Erhard, R.E., Delitto, A., 1994. Relative effectiveness of anextension program and a combined program of manipulationand flexion and extension exercises in patients with acutelow back syndrome. Physical Therapy 74, 1093–1100.Fortin, J., 1998. Sacroiliac Joint Dysfunction: The Can of Worms.Update on Soft Tissue Pain and Rehabilitation. University ofManitoba and Manitoba Public Insurance, Winnipeg, Manitoba,May 28–30.Mens, J.M.A., Vleeming, A., Stoeckart, R., Stam, J.H., Snijders,C.J., 1996. Understanding peripartum pelvic pain; implicationsof a patient survey. Spine 21, 1363–1370.Mens, J.M.A., Vleeming, A., Snijders, C.J., et al., 1999. Theactive straight leg raising test and mobility of the pelvicjoints. European Spine Journal 8, 468–473.Mens, J.M.A., Vleeming, A., Snijders, C.J., Koes, B.W., Stam,H.J., 2001. Reliability and validity of the active straight legraise test in posterior pelvic pain since pregnancy. Spine 26,1167–1171.O’Sullivan, P.B., Beales, D.J., Beetham, J.A., Cripps, J., Graf, F.,Lin, I.B., Tucker, B., Avery, A., 2002. Altered motor controlstrategies in subjects with sacroiliac joint pain during theactive straight-leg-raise test. Spine 27, E1–E8.Pool-Goudzwaard, A., Vleeming, A., Stoeckart, C., Snijders,C.J., Mens, M.A., 1998. Insufficient lumbopelvic stability:a clinical, anatomical and biomechanical approach to‘‘a-specific’’ low back pain. Manual Therapy 3, 12–20.Schwarzer, A.C., April, C.N., Bogduk, N., 1995. The sacroiliacjoint in chronic low back pain. Spine 20, 31–37.Snijders, C.J., Vleeming, A., Stoeckart, R., 1993. Transfer oflumbosacral load to iliac bones and legs. Part I: biomechanicsof self-bracing of the sacroiliac joints and its significance fortreatment and exercise. Clinical Biomechanics 8, 285–294.

Efeito da utilização de bandas elásticas durante aulas de hidroginástica na força muscular de mulheres

Resumo >>> MAIS



O objetivo deste estudo foi comparar as modificações na força/resistência muscular após quatro semanas de hidroginástica com e sem a utilização de bandas elásticas. Participaram do estudo 26 mulheres com idade entre 50 e 60 anos, praticantes de hidroginástica havia pelo menos seis meses. Pré e pós-treinamento, os sujeitos foram submetidos aos testes de flexão de cotovelo, impulsão vertical sem auxílio dos braços e levantar da cadeira em 30 segundos. Os sujeitos foram divididos aleatoriamente em dois grupos: treinamento elástico (GTE) e treinamento convencional (GTC). O GTE realizou a aula de hidroginástica com incremento de banda elástica como sobrecarga adicional. O GTC realizou aula de hidroginástica sem sobrecarga adicional. Para o tratamento estatístico foi utilizada análise de variância (ANOVA) por dois fatores, seguida do teste post hoc de Tukey com P <>


Palavras-chave : resistência elástica; atividades aquáticas; envelhecimento; aptidão física.


FONTE SCIELO


PINTO, Luiz Gustavo et al. Efeito da utilização de bandas elásticas durante aulas de hidroginástica na força muscular de mulheres. Rev Bras Med Esporte [online]. 2008, vol. 14, no. 5, pp. 450-453. ISSN 1517-8692.

Imposição das insígnias na Universidade do Minho

Novos enfermeiros desafiados a serem animadores da sociedade
Mais de três dezenas de finalistas da Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho foram ontem desafiados a serem animadores da sociedade contemporânea.
Durante a Eucaristia da bênção e imposição das insígnias, que decorreu no Auditório A1 daquela instituição de ensino superior, o responsável da Pastoral Universitária da Arquidiocese de Braga pediu ainda que os novos enfermeiros «ousem ser diferentes», «teimem com todas as forças» e «nunca esmoreçam».

Texto, José António Carneiro
Fonte: Antena Minho

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Governo apoia enfermeiros a prosseguir para medicina

Regional Acoriano Oriental 2009-01-26


O Governo Regional pretende, a breve trecho, alargar o âmbito das suas bolsas de formação específica, contemplando os finalistas do curso de enfermagem que desejem prosseguir estudos, como médicos, em Medicina Geral e Familiar.
O anúncio foi feito ontem pelo secretário regional da Saúde, Miguel Correia, na sessão de abertura das comemorações dos 50 anos da Escola Superior de Enfermagem de Ponta Delgada. O governante aproveitou ainda a ocasião para dizer que os Açores são “uma das regiões do país com maior número de enfermeiros por 1000 habitantes, segundo o Instituto Nacional de Estatística” e que “só em 2008 entraram para o Serviço Regional de Saúde 77 novos enfermeiros”. Já com os jornalistas, quando confrontado com a precariedade em termos de vínculo laboral de muitos desses profissionais, o responsável pela tutela limitou-se a frisar que “tem havido um grande esforço por parte do Governo para desbloquear vagas.” “Isso tem acontecido desde 2006 até agora. Portanto estamos a caminhar para uma situação mais segura a nível laboral”, acrescentou. A esse propósito, a presidente da Câmara de Ponta Delgada, Berta Cabral, que também interveio na sessão de abertura, apelou a que se valorizasse a carreira de enfermagem, “assegurando condições compatíveis com a exigência técnica e o desgaste psicológico de quem lida todo o dia com o problema multifacetado da doença”. Nesse sentido, a autarca não deixou de destacar a importância de envolver directamente os enfermeiros nas sucessivas fases do processo de reforma dos serviços de saúde, “não só na implementação final, mas desde a sua definição inicial”. “A carreira de enfermagem que tanto luta pela sua justíssima dignificação, precisa menos de palavras de circunstância e espera por mais compromissos concretos da parte das entidades neste caso competentes”, desafiou Berta Cabral. E por falar em necessidades, a directora da Escola Superior de Enfermagem de Ponta Delgada, Amélia Correia, em declarações aos jornalistas, voltou a insistir na falta de docentes como sendo o “calcanhar de Aquiles” da instituição, afirmando que aos 28 professores seria preciso somar, no mínimo, mais oito. “Para além da carreira lectiva, o docente tem de fazer também uma actividade de investigação que nós neste momento não estamos a conseguir fazer, senão à custa do tempo familiar que cada um de nós vamos retirando”, sustentou Amélia Correia. Instado a comentar a situação, o reitor da Universidade dos Açores, Avelino Meneses, justifica com a “indisponibilidade de meios” da academia. “A Universidade no seu conjunto também não faz mais porque não tem mais recursos humanos e materiais. A situação é idêntica em toda a academia e diria também que em todas as universidades portuguesas. O problema decorre da falta de renovação de quadros em todo o sistema de ensino em Portugal”.



Luísa Couto

domingo, 25 de janeiro de 2009

Medical Management of Hyperglycemia in Type 2 Diabetes: A Consensus Algorithm for the Initiation and Adjustment of Therapy

A consensus statement of the American Diabetes Association and the European Association for the Study of Diabetes



The consensus algorithm for the medical management of type 2 diabetes was published in August 2006 with the expectation that it would be updated, based on the availability of new interventions and new evidence to establish their clinical role. The authors continue to endorse the principles used to develop the algorithm and its major features. We are sensitive to the risks of changing the algorithm cavalierly or too frequently, without compelling new information. An update to the consensus algorithm published in January 2008 specifically addressed safety issues surrounding the thiazolidinediones. In this revision, we focus on the new classes of medications that now have more clinical data and experience.


Copying with attribution allowed for any
non-commercial use of the work. American Diabetes Association 2008
Image from LakesHospital

Diabetes


FROM: ACTION NOW


Healthcare Professionals
We welcome healthcare professionals and others to check out what we think are the best available downloadable materials and links to information about the care of patients with diabetes.
In the healthcare professional section, you’ll find:
Local diabetes care guidelines
Copy-ready chart pages to streamline patient follow-up
Patient handouts on diabetes
Links to tools and resources for your convenience, such as Diabetes PHD for advanced risk determination (your patients may need your help with this)


The American Diabetes Association’s screening tool, Diabetes PHD, is a tool that healthcare professionals may wish to assist their patients with because the health information requested requires knowledge of the individual’s blood pressure, blood glucose, and HDL, LDL, and total cholesterol levels, as well as a detailed list of medications.
Hot Links to Take ActionNow! to Prevent Diabetes
Toolkit Materials
Adult Care & Guidelines
Adult Flowsheet (pdf): Guidelines of Medical Care for Adult Patients with Diabetes
Adult Self-care Sheet (pdf): Basic Self-Management Routine Education Record for Adult Patients
Chart Pages for Adult Diabetes Care
Alternate Chart Pages for Diabetes Care - General Flowsheet (pdf)
Chart Pages for Comprehensive Foot Exams (pdf)
Peds Care & Guidelines
Peds Flowsheet (pdf): Guidelines of Medical Care for Pediatric Patients with Diabetes
Peds Self-care Sheet (pdf): Basic Self-Management Routine Education Record for Pediatric Patients
Consensus Guidelines for Diabetes Care (pdf)
Foot Care Sheet (pdf)

News Archives
Effects of a tailored lifestyle self-management intervention in patients with type 2 diabetes (pdf)


Peer support programmes in diabetesReport of a WHO consultation 5-7 November 2007 Download the report [pdf 654kb]


Definition and diagnosis of diabetes mellitus and intermediate hyperglycaemiaReport of a WHO/IDF consultation Download the report [pdf 1.61Mb]


Prevention of blindness from diabetes mellitusDefines approaches for screening and early detectionDownload the report [pdf 483kb]

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Linha Saúde 24: DGS admite não renovar contrato com empresa gestora


Francisco George, que foi ouvido durante mais de três horas na comissão parlamentar de saúde, afirma que poderão ser tomadas medidas no sentido da empresa privada que explora a linha poder ou não deter mais um ano de exploração.



O director-geral da Saúde, Francisco George, admitiu hoje a possibilidade de não renovar o contrato com a empresa que gere a Linha Saúde 24 caso continuem os conflitos laborais.
Francisco George, que foi ouvido durante mais de três horas na comissão parlamentar de saúde, afirmou no final da audição ser "tempo de acabar com os problemas e dizer aos portugueses que têm uma excelente linha de aconselhamento, com grande qualidade, e que é preciso continuar a tê-la".
"Não podemos continuar a aceitar esta instabilidade", afirmou o director-geral da Saúde aos jornalistas, acrescentando haver medidas que podem ser tomadas para resolver o problema.
"Há medidas que podem ser tomadas no contexto de uma oportunidade que poderá ou não ser dada à empresa privada que explora a linha, no sentido de poder ou não deter mais um ano de exploração, de acordo com o que está previsto no contrato, e essa questão tem de ser equacionada", disse.
O director-geral de Saúde salientou que até ao dia 25 de Maio há que "assumir uma decisão" e que "a serenidade tem de começar hoje". Frisou ainda: "É altura de parar, enquanto é tempo, com estes conflitos. Ainda vamos a tempo de garantir a qualidade de serviço", que é de "qualidade".
Defendeu também que é preciso garantir uma "total serenidade" na gestão dos recursos humanos e sublinhou que a "Linha Saúde 24 em nenhum momento pode ficar desacreditada".
Durante a audição, onde respondeu a várias perguntas dos deputados sobre os problemas que afectam o serviço, Francisco George afirmou que já manifestou a sua "discordância" em termos da gestão de recursos humanos. "É preciso saber lidar com enfermeiros porque eles têm características próprias, as suas escalas, a sua maneira de trabalhar e é este aspecto central que está a prejudicar algumas relações de trabalho", sublinhou.
Revelou ainda que pediu "reiteradamente a readmissão dos enfermeiros" e que deu o seu nome para ser arrolado como testemunha daqueles que foram dispensados, ressalvando que esta decisão "não envolve nenhum confronto com a administração". Na audição estiveram presentes alguns enfermeiros da Linha Saúde 24 que foram dispensados e outros a quem não vai ser renovado o contrato. Enfermeiros "decepcionados"


Em declarações aos jornalistas no final da audição, Ana Rita Cavaco, enfermeira supervisora, afirmou que ficaram "muito decepcionados" em termos das respostas dadas por Francisco George sobre os algoritmos - árvore de decisão com várias perguntas - e o funcionamento do serviço.
"Há algoritmos nesta linha que mandam perguntar a crianças de seis anos se estão a amamentar, se estão grávidas ou se ingeriram bebidas alcoólicas", disse a enfermeira, explicando que os utentes só não ouvem estas perguntas na linha porque os enfermeiros não as fazem.
Ana Rita Cavaco adiantou que os enfermeiros continuam "a ser pressionados lá dentro, continuam a haver métodos muito pouco democráticos e uma das pessoas que foi inquirida pelo coordenador da Linha Saúde 24 foi despedido".
"O enfermeiro Lúcio Silva aceitou prestar esclarecimentos à Direcção-Geral da Saúde e foi despedido e a DGS sabe disso tudo", revelou. Lúcio Silva disse aos jornalistas que quando foi demitido não lhes foi apresentado argumento nenhum.
A administração da Linha Saúde 24 dispensou no início do ano quatro enfermeiros e anunciou que não vai renovar os contratos de três outros, que terminam em Março. Os funcionários acusam a administração de os estar a despedir por terem denunciado o "caos organizativo" da instituição, o que foi negado pela administração.
Numa iniciativa do Ministério da Saúde, a Linha Saúde 24 foi criada em 2007 para dar assistência em cuidados de saúde, fazendo triagem e aconselhamento dos utentes, tendo em vista evitar que estes se desloquem aos hospitais e centros de saúde sem necessidade.
Desde o seu arranque, mais de 800.000 pessoas ligaram para a linha telefónica Saúde 24 (808242424).


FONTE: EXPRESSO


Os enfermeiros que trabalham para a linha Saúde 24 contestam as condições de trabalho naquele serviço telefónico e queixam-se de processos de avaliação “inadequados”. Os profissionais concentraram-se este sábado em Lisboa numa acção de protesto que levou o director-geral de Saúde a prometer convocar os responsáveis da empresa para evitar a degradação do serviço.


Vídeo do seu interesse:


http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=381805&headline=98&visual=25&tema=37


Enfermeiros da Linha Saúde 24 em protesto

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

MOMENTO DA EXTUBAÇÃO E EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA DE TORACOTOMIIIA



RESUMO
OBJETIVO. A extubação traqueal precoce após cirurgias favorece a evolução dos pacientes e reduz o tempo de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), reduzindo custos hospitalares. Em cirurgias de ressecção pulmonar, tradicionalmente o pós-operatório imediato é realizado em UTI com pacientes entubados. Nesse estudo avaliou-se prontuários de pacientes
submetidos a toracotomia e estabeleceu-se correlação entre o momento da extubação, a evolução pós-operatória e a internação em UTI.
MÉTODOS. Estudo tipo coorte retrospectivo de prontuários de 121 pacientes submetidos a cirurgias de ressecção pulmonar.
Foram relacionados o tempo de internação em UTI e o momento da extubação traqueal. A evolução pós-operatória foi classificada em boa ou ruim de acordo com a ausência ou a presença de: infecções, problemas respiratórios (reintubação, broncospasmo, edema agudo de pulmão, necessidade de traqueostomia, atelectasias, fístulas), reabordagem por sangramento, óbito. Entre os grupos foram analisadas as condições pré-operatórias, classificação de estado físico anestésico (critério da American Society of Anesthesyologists – ASA), presença de comorbidades, avaliação funcional respiratória e duração do procedimento cirúrgico. Utilizou-se o risco relativo para avaliar o efeito do tempo de extubação na evolução pós-operatória dos pacientes.



RESULTADOS. A distribuição dos pacientes quanto ao tempo de extubação foi: 81% extubações imediatas, 15% não imediatas e 4% não-extubados. Em relação ao destino, 73% foram encaminhados à UTI e 27% à sala de recuperação anestésica. A incidência de comorbidades (hipertensão arterial, diabetes melito, distúrbio ventilatório restritivo ou obstrutivo e cardiopatias) entre o grupo extubado imediatamente e aquele com extubação não imediata foi de 37% e 41,6%, respectivamente. Quanto ao estado físico (ASA), observou-se: pacientes ASA 1 ou 2 – 62% no grupo de extubação imediata e 58,3% no grupo de extubação não imediata; pacientes ASA 3 a 5 – 8% no grupo de extubação imediata e 8,3% no grupo de extubação não imediata. O tempo cirúrgico (média ± desvio-padrão) foi de 372,34 ± 107,84 minutos no grupo extubado
imediatamente e 432,61 ± 117,30 minutos no grupo não-extubado. O risco relativo para a extubação imediata favorecer má evolução foi 0,81; enquanto para a extubação não imediata favorecer má evolução foi 1,5.


CONCLUSÃO. É possível a extubação traqueal imediata com segurança de pacientes submetidos a cirurgias de ressecção pulmonar. Tal conduta facilita a recuperação pós-operatória fora da Unidade de Terapia Intensiva, resultando em benefícios aos pacientes e aos hospitais.



UNITERMOS: Intubação intratraqueal. Pós-operatório. Evolução. Cirurgia torácica

Fonte: Scielo

MAIS

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Sedación con remifentanilo para una traqueostomía en un paciente pediátrico



Resumen

Remifentanilo es un opioide de acción ultra-corta habitualmente utilizado en adultos, tanto para anestesia quirúrgica como para sedación consciente; su uso está mucho menos extendido en niños.
Presentamos el caso de un paciente de 7 años de edad que presentaba una tumoración laterocervical que producía desplazamiento de todas las estructuras cervicales y faciales. Comenzó con dificultad respiratoria por obstrucción parcial de la vía aérea, por lo que se decidió la realización de traqueostomía de urgencia.
El tamaño, la localización de la tumoración intraoral y los antecedentes de sangrado, hicieron descartar la intubación orotraqueal y otras técnicas de manejo de la vía aérea. Se realizó traqueostomía bajo anestesia local y sedación con perfusión de remifentanilo a 0,05 μg
Kg-1min-1, con lo que se consiguió un estado de tranquilidad y quietud que facilitó la realización de la técnica quirúrgica.
Entre las indicaciones del remifentanilo está la de realizar sedaciones vigiladas y monitorizadas, manteniendo la ventilación espontánea con infusiones bajas de 0,05- 0,1 μg Kg-1min-1. En este caso se valoró el riesgo de producir obstrucción completa de la vía aérea, debido al sangrado por manipulación, con el de la posible depresión respiratoria de la perfusión de remifentanilo. Nos
decidimos por esta última al considerar que podría originar una menor morbilidad y mayor seguridad para el paciente. En nuestro caso comprobamos lo ya objetivado en otros estudios que apuntan al remifentanilo como una buena opción para conseguir un estado adecuado de sedación, permitiendo la respiración espontánea del niño.

Palabras clave:
Remifentanilo. Sedación consciente. Pediatría. Traqueostomía.Respiración espontánea.


Sedation with remifentanil for tracheostomy in a pediatric patient

Summary

Remifentanil is an ultra-short-acting opioid that is frequently used in adults for surgical Anesthesia or conscious sedation, but its use in children is much less common.
We report the case of a 7-year-old boy with lateral cervical tumors displacing all cervical and facial structures.
An emergency tracheostomy was performed when he developed respiratory difficulty due to partial airway obstruction. Because of the size and location of the intraoral tumors and a history of bleeding, orotracheal intubation and other airway management techniques were ruled out. The tracheostomy was performed under local anesthesia and sedation with a perfusion of
0.05 . μgKg-1 . min-1 provided the necessary relaxation and immobility for surgery.
Sedation under observation with monitoring is among the indications of remifentanil. Spontaneous breathing is maintained with infusions less than 0.05 to 0.1 μg . Kg-1 . min-1.
In the case we report, the patient’s risk of complete airway obstruction due to bleeding upon manipulation had to be assessed and compared with the respiratory depression that might possibly have been caused by remifentanil perfusion. We judged that the option of sedation would cause less morbidity and offered greater safety for the patient. The outcome of this case is consistent with reports that remifentanil is a good option for adequately sedating children who are breathing spontaneously.

Key words:
Remifentanil. Conscious sedation. Pediatrics. Tracheostomy. Spontaneous breathing.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

A percepção de enfermeiras obstétricas acerca da violência intrafamiliar em mulheres grávidas.

Resumo
MEDINA, Ana Beatriz Campos e PENNA, Lucia Helena Garcia.
A percepção de enfermeiras obstétricas acerca da violência intrafamiliar em mulheres grávidas.


Trata-se de estudo que tem por objetivo: conhecer a percepção da enfermeira obstétrica sobre violência intrafamiliar em mulheres grávidas. Participaram 13 enfermeiras obstétricas que atuam no serviço de pré-natal de unidades de saúde do município do Rio de Janeiro - RJ. Os dados foram coletados em março de 2007 através de entrevista semi-estruturada e para análise utilizou-se a análise de conteúdo de Bardin. Como resultado, foi possível verificar que as enfermeiras obstétricas encontram-se, atualizadas quanto ao conceito da violência intrafamiliar; estão cientes da ocorrência da violência em mulheres grávidas e demonstram preocupação com as repercussões desta sobre mulher, sua gestação, a criança que está sendo gerada e a família; e apontam que em alguns casos a gestação é causa em outros é conseqüência direta da violência intrafamiliar. A enfermeira obstétrica é um dos principais agentes, quando capacitada e sensibilizada, na prevenção, identificação, no atendimento e acompanhamento das mulheres que vivenciam situações de violência na gestação.
Palavras-chave : Enfermagem obstétrica; Violência doméstica; Gravidez

Fonte: Scielo

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Real Extudantina mostra-se na Praia




Estreiam-se no próximo dia 24 de Janeiro, às 21h00, no auditório do Ramo Grande. Sob o nome de “Real Extudantina dos Açores”, sobem ao palco 17 antigos membros de tunas, que decidiram revisitar o espírito académico. O bilhete custa 3 euros.A ideia surgiu de um conjunto de ex-membros de tunas açorianas e continentais, que para além da passagem por um movimento musical académico, têm em comum a naturalidade ou residência na ilha Terceira.O grupo apresenta-se, pela primeira vez, na Praia da Vitória, mas conta agendar várias actuações depois da estreia. Os membros da tuna masculina encontram-se num intervalo etário entre os 23 e os 36 anos, sensivelmente.Alexandre Rodrigues, ex-menbro da TAESA (Tuna Académica da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo), é um dos impulsionadores do grupo, que dada a recente formação ainda não tem direcção definida.O agora enfermeiro prefere guardar o repertório em segredo, mas avança que conta maioritariamente com temas originais do grupo. No dia da apresentação sobem também ao palco do auditório do Ramo Grande as restantes tunas da ilha. Alexandre Rodrigues garante que a Real Extudantina recebeu apoio dos restantes movimentos estudantis e afiança que a mais recente formação tem intenção de trabalhar em conjunto com as restantes.REAL EXTUDANTINA DOS AÇORES Estreia no Ramo Grande

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Sucção em recém-nascidos pré-termo e estimulação da succao

foto de Ana Paula Mota

Sucking in preterm newborns and the sucking stimulation


Abstract


Background: non-nutritive sucking stimulation may anticipate the beginning of oral feeding and may influence the development of sucking in pre-term newborns. Aim: to describe the development of the sucking pattern and the effects of NNS. Method: participants of this study were 95 preterm newborns (PTNB), adequate for their gestational age (GA), born with GAs inferior or equal to 33 weeks, randomly distributed in three groups: Group 1 (G1) - control group - did not undergo NNS stimulation; Group 2 (G2) underwent NNS stimulation with orthodontic pacifier for premature infants; Group 3 (G3), underwent NNS stimulation with a gloved finger. All three groups of newborns underwent weekly NNS evaluations with a gloved finger and, after the beginning of the oral feeding (OF) they underwent NNS and nutritive
sucking (NS) evaluations using a baby's mini milk bottle. Results: In all three groups, except for the stress signs in NNS and coordination between sucking- swallowing-breathing in NS, as the corrected gestational age (GA at birth plus postnatal age) increased, the occurrence probability of all studied sucking characteristics (NNS and NS) rose. In the NNS: sucking began easily (SBE) with no differences between the groups regarding rhythm, strength and coordination between lips, tongue and jaw; there was a higher probability of labial sealing, of tongue central groove formation and of tongue peristaltic movements in G3; stress signs were higher in G2 (>37 weeks). In the NS: SBE, coordination between lips, tongue and jaw, volume of ingested milk per total time did not show differences between the groups; rhythm and coordination between sucking, swallowing and breathing were higher in G3, labial sealing was higher in G1 and G3 (<> 33 weeks). Conclusion: the sucking pattern of PTNB developed due to the corrected gestational age, observing that NNS stimulation increased the occurrence probability of labial sealing, rhythm, tongue central groove formation, tongue peristaltic movements and coordination between sucking, swallowing and breathing. The gloved finger was the most effective instrument for NNS stimulation.
Key Words: Sucking Behavior, Newborn, Premature, Feeding Methods.



Resumo


Tema: a estimulação da sucção não-nutritiva pode antecipar o início da alimentação por via oral e
influenciar a evolução da sucção em recém-nascidos pré-termo. Objetivo: descrever a evolução do padrão de sucção e os efeitos da estimulação da sucção não-nutritiva (SNN). Método: foram estudados 95 recémnascidos pré-termo (RNPT) adequados para a idade gestacional (IG), com IG ao nascer menor ou igual a 33 semanas, distribuídos de forma aleatória em três grupos: Grupo 1 (G1), grupo controle, sem estimulação da SNN; Grupo 2 (G2), com estimulação da SNN com chupeta ortodôntica para prematuros NUK® e Grupo 3 (G3), com estimulação da SNN através do dedo enluvado. Os três grupos foram submetidos a avaliação semanal da SNN com dedo enluvado e, após o início da alimentação por via oral (VO), avaliação da SNN e da sucção nutritiva (SN) com mini-mamadeira. Resultados: nos três grupos, com o aumento da
IG corrigida, elevou-se a probabilidade de ocorrência de todas as características da sucção estudadas (SNN e SN), exceto sinais de estresse na SNN e coordenação sucção-deglutição-respiração na SN. Na SNN: sucção iniciada facilmente (SIF), ritmo, força e coordenação lábios, língua e mandíbula, sem diferenças entre os grupos; probabilidade maior de vedamento labial, acanolamento, peristaltismo no G3 e de sinais de estresse no G2 (> 37 semanas). Na sucção nutritiva (SN): SIF, coordenação movimentos de lábioslíngua e mandíbula, volume de leite ingerido pelo tempo total sem diferenças entre os grupos; ritmo e coordenação sucção-deglutição-respiração superior no G3; vedamento labial superior nos G1 e 3 (<> 33 semanas).

Conclusão: o padrão de sucção de RNPT evoluiu em função da IG corrigida, tendo a estimulação da SNN aumentado a probabilidade de ocorrência de vedamento labial, ritmo, acanolamento, peristaltismo e coordenação sucção-deglutição-respiração, sendo o dedo enluvado a forma mais eficaz de estimulação da SNN.


Palavras-Chave: Comportamento de Sucção; Recém-Nascido; Prematuro; Métodos de Alimentação.



(mais/more)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

SENGSTAKEN BLAKEMORE NA HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA



HDA: qualquer sangramento proximal à flexura duodeno-jejunal (ângulo de Treitz)

DEFINIÇÃO / EPIDEMIOLOGIA
Causa freqüente de hospitalização
EUA: 350.000/ano
1995, Longstreth: 102 / 100.000 hab/ano
2 x
UP > causa
3ª e 4ª décadas
Mortalidade: 10%
30-40%: varizes esofágicas
70-80% dos sangramentos cedem espontaneamente
10% sangram continuamente
20% ressangram em 24-48h




HEMORRAGIA DIGESTIVA DIGESTIVA INICIAL (pdf)





ARTIGO

Hemorragia digestiva por fístula de artéria subclávia direita anômala com o esôfago

R. Colleoni Neto, A. Figueira, E. Belassai, M.E. Jorge Jr., J.C. Del Grande, S.H. Cardoso*, C.M. Haddad



Disciplina de Gastroenterologia Cirúrgica do Departamento de Cirurgia e *Disciplina de Patologia Médica do Departamento de Anatomia Patológica. Universidade Federal de São Paulo — Escola Paulista de Medicina, São Paulo, SP.

RESUMO



As hemorragias decorrentes das comunicações arteriais com o esôfago são raras e letais em praticamente todos os casos. O tratamento cirúrgico imediato é a única opção terapêutica curativa. Os autores apresentam um caso de hemorragia por fístula de artéria subclávia direita anômala com o esôfago, no qual o diagnóstico foi esclarecido apenas na necropsia, após três operações. Esta alteração anatômica é encontrada em 0,5% da população geral. Raramente se estabelece comunicação desta artéria com o esôfago, como conseqüência de dilatação aneurismática ou de traumatismo provocado pela permanência prolongada de sonda nasogástrica, como, provavelmente, ocorreu com esse doente. O tratamento cirúrgico dependerá do reconhecimento precoce dos sinais diagnósticos sugestivos de comunicação arterial com o esôfago antes que a hemorragia traga repercussão sistêmica.

UNITERMOS: Fístula do esôfago. Hemorragia digestiva. Endoscopia.


sábado, 3 de janeiro de 2009

VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA DPOC



INFLUÊNCIA DA VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA POR MEIO DO BIPAP® SOBRE A TOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO FÍSICO E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)
Dirceu Costa1Andreza Toledo2 Audrey Borghi e Silva3Luciana Maria Malosá Sampaio4



O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do BiPAP®, através de máscara nasal, na tolerância ao exercício físico e no desempenho muscular respiratório em pacientes com diagnóstico clínico e espirométrico de DPOC, moderado/grave (VEF1 < ipap="10-15" epap="4"> (...)


INFLUENCE OF NONINVASIVE VENTILATION BY BIPAP® ON EXERCISE TOLERANCE AND RESPIRATORY MUSCLE STRENGTH IN CHRONIC OBSTRUCTIVE PULMONARY DISEASE PATIENTS (COPD)



This study aimed to assess the effect of BiPAP®, by nasal mask, on exercise tolerance and respiratory muscle strength in patients with a clinical and spirometric diagnosis of moderate/severe COPD (...)


INFLUENCIA DE LA VENTILACIÓN NO EVASIVA POR MEDIO DEL BIPAP® SOB LA TOLERANCIA A EL EJERCICIO FÍSICO Y FUERZA MUSCULAR RESPIRATORIA EN PACIENTES CON ENFERMEDAD PULMONAR OBSTRUTIVA CRÓNICA



El objetivo de esto estudio fue evaluar el efecto del BiPAP®, por medio de la máscara nasal, sobre la tolerancia al ejercicio físico y el desempeño muscular respiratorio en pacientes con diagnosis clínico y espirométrico de EPOC moderada/grave (VEF1 < ipap="10-15" epap="4"> (...)



more/más/mais



Recrutamento de profissionais de Enfermagem


Suíça: recrutamento de profissionais de Enfermagem
Empresa de recursos humanos suíça, especializada no recrutamento de profissionais de Saúde, pretende recrutar diversos perfis na área da Enfermagem para diversos hospitais na Suíça francófona.
Mais informação


Itália: recrutamento de Enfermeiro(a)s para hospitais públicos e privados
A GI Group, empresa de recursos humanos italiana, pretende, com o apoio da rede EURES, recrutar Enfermeiro(a)s para diversos hospitais (públicos e privados) em Itália.
Candidatura: envio de Carta de Motivação + CV, em Italiano ou Inglês, e Cópia do Diploma / Certificado de Habilitações, para c/c teresa.evora@iefp.pt


Espanha: recrutamento de Enfermeiro(a)s para as Canárias
O grupo hospitalar espanhol Hospiten pretende recrutar enfermeiro(a)s para as suas 5 unidades hospitalares em Tenerife e Lanzarote.
Candidatura: envio de Carta de Motivação, CV em Espanhol (com foto recente) e Cópia do Diploma para mailto:emargarida.rodrigues@iefp.pt
Mais informação:
sobre esta oferta de emprego
sobre o grupo Hospiten
sobre o reconhecimento profissional de enfermeiro(a) em Espanha

Utentes vão saber data da cirurgia e da consulta

Novo ano, nova medida. A partir de agora, os serviços de saúde têm que informar os utentes dos prazos máximos previstos para as consultas ou cirurgias.
A medida entrou em vigor ontem, 1 de Janeiro, e obriga os estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) a informar os utentes sobre o prazo máximo previsto para consultas ou cirurgias. O disposto contempla, ainda, divulgar a posição do paciente na lista de espera, conforme a portaria publicada há dias em Diário da República e que confirma a Carta de Direitos de Acesso aos Cuidados de Saúde, também aí publicada em Agosto de 2007.A medida abrange os estabelecimentos do sector, incluindo os públicos, os privados e os de instituições particulares de solidariedade e segurança social (IPSS). Em Barcelos, aplica-se ao Hospital Sta. Maria Maior; Centro de Saúde Barcelos/Barcelinhos; extensões de saúde de Alheira, Alvito S. Pedro, Carapeços, Fragoso, Gândara do Neiva, Lama, Lijó, Macieira de Rates, Martim, Pedra Furada, Sequeade, Silveiros, Viatodos, Vila Cova e Vila Seca; Unidades de Saúde Familiar (USF), cuja primeira deve abrir em Março no campo 25 de Abril; Nova Saúde – Clínica Particular de Barcelinhos; e IPSS.O Governo compromete-se a publicar uma portaria anual a definir tempos máximos de resposta garantidos (TMRG) nos cuidados de saúde sem carácter de urgência, como ambulatório dos centros de saúde, cuidados domiciliários, consultas externas hospitalares, meios complementares de diagnóstico e terapêutica e cirurgia programada.Além de garantir o serviço ao utente, as entidades terão de assegurar-lhe a informação actualizada da lista de espera e do tempo de acesso, que “deve ser considerado aceitável” para a sua condição de saúde e respeitar o TMRG decretado no país. Os dados “podem ser transmitidos pela afixação em locais de fácil acesso e consulta, pela Internet ou outros meios”.
Primeira consulta de especialidade em 30 diasEspecifica-se que o centro de saúde deve atender no próprio dia no caso de doença aguda ou, noutros casos, até 15 dias úteis. Para renovar a medicação da doença crónica ou pedir relatórios, cartas de referenciação e orientações após uma consulta médica ou de enfermagem, o paciente terá que ser atendido até 72 horas. Nos hospitais públicos, a primeira consulta de especialidade deve ocorrer até 30 dias úteis. A cirurgia programada está fixada entre 72 horas e 270 dias, um cateterismo cardíaco tem o prazo de um mês, a doença oncológica possui quatro níveis (risco de vida, neoplasia agressiva, neoplasia geral, cancro de baixo risco) e deve ser resolvida no próprio dia e até 60 dias. O secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, considerou os prazos máximos “perfeitamente exequíveis”, com esforço articulado das entidades e profissionais. No caso barcelense, a monitorização compete à Administração Central do Sistema de Saúde, Direcção-Geral de Saúde e ARS-Norte.




Autor: Nuno PassosFonte: Barcelos Popular

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Lesões isquêmicas cerebrais no recém-nascido pré-termo de muito baixo peso/Ischemic brain damage in very low birth weight preterm newborn infants

Foto Nuno Fernandes


Resumo
Objetivo: Apresentar uma revisão crítica e atualizada sobre as lesões cerebrais isquêmicas no recém-nascido pré-termo de muito baixo peso.
Fontes de dados: As referências foram obtidas através do banco de dados MEDLINE, sendo selecionadas as mais representativas a critério dos autores.
Síntese dos dados: A hemorragia com evolução para lesão isquêmica cerebral, a leucomalácia periventricular cística e a lesão difusa da substância branca cerebral são as lesões isquêmicas mais freqüentes em recém-nascidos pré-termo de muito baixo peso. Todas são doenças de causas multifatoriais, em que podem estar envolvidos fatores vasculares, hemodinâmicos, inflamatórios e infecciosos. São doenças que podem causar seqüelas neuropsicomotoras importantes e levar à paralisia cerebral e/ou déficit cognitivo e comportamental.
Conclusões: O diagnóstico precoce e uma estratégia terapêutica adequada podem minimizar as seqüelas causadas por essas doenças.
A prevenção da prematuridade é a principal medida preventiva a ser tomada.
J Pediatr (Rio J). 2005;81(1 Supl):S23-S32: Hemorragia intracraniana, leucomalácia periventricular, prematuro, paralisia cerebral.





Abstract
Objective: To present a critical and up-to-date review of ischemic brain damage in premature, very low birth weight infants.
Sources of data: Articles were obtained by means of a search of the MEDLINE database, with those considered most representative by the authors being selected.
Summary of the findings: The most frequent ischemic injuries among preterm, very low birth weight neonates are hemorrhage progressing to with ischemic brain damage, cystic periventricular leukomalacia and diffuse lesions of the cerebral white matter. All of these conditions have multiple causative factors, which may include vascular, hemodynamic, inflammatory and infectious factors. These are disorders that can cause significant neuropsychomotor sequelae and lead to cerebral palsy and/or cognitive and behavioral deficits.
Conclusions: Early diagnosis and adequate management of the patient can minimize long-term problems caused by cerebral ischemic injuries. Prevention of premature labor and delivery is the most important prophylactic measure.
J Pediatr (Rio J). 2005;81(1 Supl):S23-S32: Intracranial hemorrhage,
periventricular leukomalacia, premature infant, cerebral palsy.

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