sábado, 2 de maio de 2009

Qualidade da Água e Control de doenças

INAG

Qualidade da Água para Consumo Humano

Directiva 98/83/CE do Conselho de 3 de Novembro de 1998 relativa à qualidade da água destinada ao consumo humano.
Segundo o Decreto-Lei nº 236/98, os resultados das análises realizadas no âmbito do controlo da qualidade da água para consumo humano, assim como as medidas tomadas ou a tomar para corrigir eventuais situações de inconformidade detectadas, são obrigatoriamente comunicados pelas Entidades Gestoras ao Instituto do Ambiente até 15 de Março do ano seguinte àquele a que dizem respeito.
O Instituto do Ambiente elabora um relatório anual relativo ao controlo efectuado por parte das entidades gestoras de água nos sistemas de distribuição de água para consumo humano que gerem.
Estes relatórios pretendem resumir a situação em Portugal relativamente ao grau de cumprimento da legislação em vigor.
O Decreto-Lei 243/2001, de 5 de Setembro, rectificado pela declaração de rectificação 20-AT/2001, de 30 de Novembro, aprova as normas relativas à qualidade da água destinada ao consumo humano, transpondo para o direito interno a Directiva 98/83/CE, do Conselho, de 3 de Novembro de 1998 e revoga parcialmente o Decreto-Lei nº 236/98.



Doenças Relacionadas com a Água


Amebíase
Amebíase é uma doença endêmica em grande parte do território brasileiro e amplamente disseminada por todo o mundo.
Agente causador: é o protozoário Entamoeba histolytica, um típico exemplo de protozoário rizópoda, isto é, protozoa destituído de flagelos ou cílios.
Transmissão: Eliminados com as fezes pelas pessoas doentes, os cistos contaminam a água dos rios e, levados por esta ou pela poeira e pelas moscas, baratas e outros animais, também contaminam frutos, verduras e diversos alimentos, permitindo o alastramento dessa protozoose.
Ciclo: As amebas se desenvolvem ou proliferam notadamente no intestino grosso, embora possam ser encontradas também no intestino delgado.
Quadro clínico: diarréia.
Profilaxia: Há medicação específica para essa doença. Mas a profilaxia depende também de:
*cuidados pessoais de higiene

*limpeza das mãos e dos alimentos

*saneamento básico nas regiões onde a pobreza e a promiscuidade facilitam a dispersão da endemia.


Ancilostomose ou amarelão
Agente causador: Ancylostoma duodenale e Necator americanus.
Transmissão: pela penetração de larvas dos vermes pela pele ou ingestão de ovos do parasita através de água e alimentos contaminados.
Ciclo: no intestino, a fêmea adulta põe ovos que são eliminados pelas fezes. No solo formam-se larvas que podem atravessar a pele humana. As larvas caem na circulação, chegam ao coração, pulmões, atravessam a parede dos alvéolos, sobem à árvore respiratória, chegam à faringe e são deglutidas chegando ao intestino e formam vermes adultos.
Quadro clínico: O verme se alimenta de sangue, há anemia, fraqueza, emagrecimento, desânimo, pele cor amarelada (amarelão). Pode surgir pervesão do apetite como hábito de comer terra, dores abdominais, vômito, diarréia e às vezes desinteria.
Profilaxia
Higiene alimentar
Uso de calçado
Instalações sanitárias adequadas
Saneamento básico
Educação sanitária
Tratamento dos doentes.


Ascaridiáse
Agente causador: Ascaris lumbricoides., conhecido como lombriga.
Transmissão: pela ingestão de água e alimentos contaminados com ovos da lombriga.
Ciclo: os ovos são ingeridos, chegam ao intestino do hospedeiro onde se abrem e liberam larvas que atravessam a parede intestinal, caem na circulação, passam para o fígado e pulmões. Nos pulmões atravessam os alvéolos, sobem pela árvore respiratória até chegar à faringe e são deglutidas. No intestino delgado transformam-se em vermes adultos.
Quadro clinico: quase não há problemas. Quando o número de vermes é grande, pode haver perigo de obstrução intestinal.
Profilaxia
Higiene alimentar
Instalações sanitárias adequadas
Educação sanitária
Tratamento dos doentes
Cólera
Agente causador: vibrião colérico (vibrio cholerae), uma bact´ria na forma de vírgula.
Transmissão: Ocorre pela ingestão de água e alimentos contaminados com a bactéria. As precárias condições de saneamento básico (abastecimento de água potável e sistemas de esgoto) são as principais causas de propagação do cólera.
Sintomas: diarréia intensa, desidratação, dor abdominal. Pode ocorrer morte.
Profilaxia
Saneamento básico
Instalações sanitárias adequadas
Tratamento dos doentes
Educação sanitária
Higiene alimentar


Dengue
É uma doença infecciosa aguda, de gravidade variável, causada por um vírus.
Agente causador: é um arbovírus,sendo conhecidos quatro sorotipos: 1, 2, 3 e 4.
Transmissão: Os vetores são culicídeos do gênero Aedes aegypti na transmissão da doença. Entre outros vetores de menor importância epidemiológica estaria o Aedes albopictus, vetor de manutenção da doença na Ásia, porém ainda não foi associada à transmissão do dengue nas Américas. A fonte de infecção e reservatório vertebrado é o homem, pois até hoje somente este desenvolve a doença.
Transmissão: A transmissão se faz pela picada do mosquito fêmea infectado.
Ciclo: ocorre da seguinte forma: homem - Aedes aegypti - homem.
Ciclo de vida: Os mosquitos do gênero Aedes bem como todos os da família Culicidae, apresentam duas fases: aquáticas e terrestre.
Fase aquática: ovo, larva e pupa.
Fase terrestre: mosquito adulto.
Profilaxia
Combate ao mosquito transmissor.
Eliminação de criadouros de mosquitos.
Educação sanitária.


Enterobíase ou oxiurose
Agente causador: Enterobius vermiculares , um verme pequeno, branco.
Transmissão: Pela ingestão de ovos do verme em água e alimentos contaminados.
Ciclo: os vermes adultos fixam-se à parede intestinal. As fêmeas, na época da postura desprendem-se e vão às proximidades do ânus depor ovos que são eliminados no meio exteno.
Sintoma principal: coceira anal, mas pode haver náuseas, vômitos, dores abdominais, diarréia e irritabilidade.
Profilaxia
Higiene pessoal e alimentar
Higiene da casa
Saneamento básico
Educação sanitária
Tratamento dos doentes


Febre tifóide
Agente causador: Doença endêmica, estando sua presença relacionada com águas não tratadas e contaminadas com a bactéria Salmonella typhi.
Transmissão: pode acontecer de forma direta ou indireta. Na forma direta um indivíduo recebe a bactéria de um doente. A forma indireta está ligada a atividades em que uma pessoa sadia se infecta por objetos, água ou alimentos manipulados por portadores. As moscas domésticas também estão relacionadas com esse tipo de contágio.
Quadro clínico: febre alta, podendo levar à morte.
Profilaxia
Proteção, purificação e cloração da água
Ferver e pasteurizar leite
Boas condições de higiene
Combate às moscas
Saneamento básico
Notificação de casos à autoridade sanitária e isolar os doentes


Giardíase
Agente causador: A giardíase é uma parasitose intestinal provocada pelo protozoário Giardia lamblia ou Giardia intestinalis. A giárdia é um protozoário flagelado, dotado de aspecto bem peculiar, lembrando, quando visto de frente, uma máscara.
Transmissão: A giárdia é transmitida por contágio direto, através da água e de alimentos contaminados. Instala-se no jejuno-íleo (intestino delgado) e, frequentemente, sobe pelo canal colédoco e vai se alojar na vesícula biliar, tornando o tratamento bem mais difícil. Apesar do caráter agudo com que se manifesta a doença, ela tem alta tendência à cronicidade. A incidência é acentuadamente maior em crianças, provavelmente porque entre estas são menores os cuidados higiênicos com as mãos, a água e os alimentos.
Profilaxia
Cuidados de higiene com a água, alimentos e mãos
Tratamento de água
Saneamento básico


Malária ou maleita
Agente causador: é uma doença infecciosa, causada por um protozoário do gênero Plasmodium. As espécies de plasmódios que afetam o ser humano são: Plasmodium vivax, P. falciparum, P. malariae e P.ovale.
Transmissão: é transmitida de uma pessoa para outra, através da picada de um mosquito do gênero Anopheles ou por transfusão de sangue infectado com plasmódios. O transmissor é conhecido também como: pernilongo, mosquito prego, carapanã - a fêmea se alimenta de sangue para maturação dos ovos, enquanto que o macho, alimenta-se de seiva vegetal. O mosquito vive em águas de rios e córregos, lagoas, represas, açudes, alagados, pÂntanos e em Águas coletados em plantas bromeliÁceas.
Ciclo: No homem os plasmódios passam por uma evolução inicial nas células do fígado e posteriormente invadem os glóbulos vermelhos onde evoluem por períodos variáveis, provocando a partir daí os sintomas da doença. No anófeles, evoluem inicialmente no estômago e posteriormente nas glândulas salivares sendo, no momento da picada, inoculados no ser humano. Os plasmódios se multiplicam por reprodução assexuada no organismo humano e por reprodução sexuada no anófeles.
Quadro clínico: febre intermitente, acompanhada de tremores.
Profilaxia
Combate ao mosquito transmissor
Uso de telas em janelas e portas
Tratamento dos doentes


Fonte: www.soaresoliveira.br

sexta-feira, 1 de maio de 2009

ALL ABOUT SWINE INFLUENZA/TUDO SOBRE A GRIPE SUÍNA

SWINE INFLUENZA (H1N1)



Orientações técnicas


OT1 - Profissionais de Saúde - Fase 5
2009-04-29
Definição de caso de doença humana pela nova estirpe do vírus da gripe A(H1N1)

OT2 - Profissionais de Saúde - Fase 5
Fluxograma de triagem e referenciação de casos para investigação


Circulares

Circular Informativa nº 30/DSCS/DPCD de 25/09/2008
2008-09-27
Assunto: Vacinação contra a gripe sazonal em 2008/2009 - Para: Todos os médicos e enfermeiros - Contacto na DGS: Dr.ª Maria da Graça Freitas; INSA: Dr.ª Helena Rebelo de Andrade

Circular Informativa nº 35/DSCS/DPCD de 26/09/2007
2007-09-26
Assunto: Vacinação contra a gripe sazonal em 2007/2008 Para: Todos os médicos e enfermeiros Contacto na DGS: Dr.ª Maria da Graça Freitas - INSA: Dr.ª Helena Rebelo de Andrade


POPULAÇAO GERAL


Avaliação pelo ECDC do Plano de Contingência Nacional para a Pandemia de Gripe
2006-04-24
Relatório preliminar elaborado pelo grupo de especialistas do ECDC que procedeu à avaliação do Plano de Contingência Nacional para a Pandemia de Gripe - Sector da Saúde, em Abril de 2006.

Avian influenza: assessing the pandemic threat
2006-03-04
Pre-publication - World Health Organization

Cartaz A(H1N1)
2009-04-29


Cartaz A(H1N1) Inglês
2009-04-29

Cenários preliminares para uma eventual pandemia
2006-03-04
A ocorrência, a breve prazo, de uma pandemia de gripe, associada ao vírus da gripe aviária H5N1, constitui preocupação de governos, planeadores e técnicos de saúde, bem como de organizações ...


VER MAIS EM http://www.dgs.pt/



WHO

World Health OrganizationDepartment of Communicable Disease Surveillance and ResponseWHO Global Influenza Programme

A list of useful WHO web documents and publications on influenza1. TOR of National Influenza

Centres

http://www.who.int/csr/disease/influenza/en/TORNICs.pdf

2. Contact information of National Influenza Centres

http://www.who.int/csr/disease/influenza/centres/en/index.html

3. Contact information of WHO Collaborating Centers and Reference

Laboratories

http://www.who.int/csr/disease/influenza/collabcentres/en/index.html

4. Contact information of WHO H5

Reference Laboratory Network members

http://www.who.int/csr/disease/avian_influenza/guidelines/referencelabs/en/index.html

5. FluNet http://www.who.int/flunet

6. Introduction of the Global Influenza

Programme

http://www.who.int/csr/disease/influenza/en/

7. WHO Global Influenza Preparedness

Plan

http://www.who.int/csr/resources/publications/influenza/WHO_CDS_CSR_GIP_2005_5/en/index.html

8. Responding to the avian influenza pandemic threat - Recommended strategic actions

http://www.who.int/csr/resources/publications/influenza/WHO_CDS_CSR_GIP_05_8-EN.pdf

9. WHO checklist for influenza pandemic preparedness planning http://www.who.int/csr/resources/publications/influenza/WHO_CDS_CSR_GIP_2005_4/en/index.html

10. Strengthening pandemic influenza preparedness and response - Report by the Secretariat http://www.who.int/csr/disease/influenza/A58_13-en.pdf

11. Strengthening pandemic-influenza preparedness and response - WHO Resolution May 2005

http://www.who.int/gb/ebwha/pdf_files/WHA58/WHA58_5-en.pdf

12. WHO guidelines/recommendations on avian influenza

http://www.who.int/csr/disease/avian_influenza/guidelines/en/index.html

13. WHO update on situation of avian influenza

http://www.who.int/csr/disease/avian_influenza/updates/en/

Influenza A(H1N1) virus resistance to oseltamivir
21 March 2009 -
Summary table [pdf 39kb]


Interim WHO guidance for the surveillance of human infection with swine influenza A(H1N1) virus
29 April 2009


Guidance document [pdf 120kb]


WHO Swine Influenza A(H1N1) Case Summary Form for case-based data collection [pdf 1.89Mb]


A(H1N1) daily aggregated indicators [pdf 64kb]



RELATED LINKS


Ministry of Health of Mexico


Pan American Health Organization (PAHO)


US Centers for Disease Control and Prevention



Videos


Centre for Strategic Health Operations (SHOC)


Gripe suína: Plano de Contingência activo em Portugal já foi duas vezes actualizado

Lusa
O Plano de Contingência contra a Pandemia da Gripe, activado em Portugal por causa da gripe suína, foi criado há quatro anos e actualizado duas vezes, a última das quais com a administração gratuita de medicamentos.

Homologado em 2005 pelo ministro da Saúde de então, Luís Filipe Pereira, o plano foi elaborado pela Direcção-Geral da Saúde (DGS), que visava a sua aplicação em função da progressão da doença no tempo e no espaço e a sua transmissibilidade e/ou gravidade.




O plano foi, entretanto, revisto e a sua versão mais recente (terceira versão) apresentada em Janeiro de 2006.
Não se trata, contudo, de um documento definitivo, uma vez que “tem de ser adaptado aos conhecimentos que se forem evidenciando”, conforme salientou o Director-Geral da Saúde na altura da sua apresentação.

Trata-se de um plano com quatro grandes áreas funcionais: informação em saúde, prevenção, contenção e controlo, comunicação e avaliação.
Uma das principais novidades, em relação às versões incluídas, foi a inclusão de uma dotação estratégica de medicamentos anti-virais.


Na altura, Portugal dispunha de 11 mil tratamentos de Oseltamivir e cem de Zanamivir contra uma eventual pandemia de gripe das aves nos humanos.
O Oseltamivir e o Zanamivir são os medicamentos anti-virais recomendados pelas autoridades de saúde internacionais para combater a gripe das aves nos humanos.

Actualmente, Portugal conta com 2,5 milhões de tratamentos de Oseltamivir, cuja aquisição foi decidida em Conselho de Ministros e custou ao Estado 25 milhões de euros.
Além de uma dotação estratégica em medicamentos anti-virais, a actual versão do plano inclui a existência de um laboratório de referência para identificação do vírus no Hospital Curry Cabral, em Lisboa.


A estrutura que irá operacionalizar o Plano de Contingência Nacional para a Pandemia de Gripe definiu planos específicos na área da informação, a nível da saúde pública, cuidados de saúde em ambulatório, em internamento, vacinas e medicamentos, comunicação e avaliação.

O Plano Específico de Medidas de Saúde Pública prevê a identificação de medidas “pertinentes em função da sua efectividade”.


Se estiverem envolvidos equipamentos de protecção individual [máscaras] serão definidas as condições referentes à sua aquisição, armazenamento, distribuição, acesso e utilização”, define este plano específico.

O Plano Específico de Medidas de Saúde Pública prevê ainda a definição do enquadramento legal para aplicação de medidas de excepção, como por exemplo a quarentena compulsiva de contactos de um caso de doença”.


quinta-feira, 30 de abril de 2009

Vasos sanguíneos reconstruidos a partir da pele do próprio paciente

Hospital privado dá lugar a Unidade de Cuidados Continuados e lar de luxo

A Casa de Saúde particular que a Santa Casa da Misericórdia de Chaves ia construir na zona da Fonte do Leite em parceria com investidores privados vai, afinal, dar lugar a uma Unidade de Cuidados Continuados e uma residência para idosos de “classe média-alta”. A abertura dos dois serviços está prevista para Outubro.

O edifício que a Santa Casa da Misericórdia de Chaves estava a construir na zona da Fonte do Leite para a criação de um hospital particular, numa parceria com várias empresas privadas, vai ter outra funcionalidade. O rés-do-chão vai agora dar lugar a uma Unidade de Cuidados Continuados, comparticipada pelo Governo, e os dois pisos superiores, a uma residência para idosos de “classe média-alta”, um investimento de uma sociedade entre a Misericórdia e as mesmas empresas privadas, a Flavicórdia.



O novo projecto foi anunciado na passada terça-feira.
O provedor da Santa Casa, Nuno Rodrigues, referiu que o projecto do hospital “ficou no papel por várias vicissitudes”, que, no entanto, não esclareceu. Em relação à Unidade de Cuidados Continuados, um local para onde são encaminhados os doentes que já não precisam dos cuidados prestados num hospital, mas que também não estão ainda em condições de ir para casa, garantiu que a mesma estará pronta em Outubro e que terá uma comparticipação do Estado na ordem dos 750 mil euros. “Chaves carecia desta unidade. Agora, os que necessitam deste tipo de cuidados são obrigados a ir para Sabrosa, Murça, Vila Real ou Ribeira de Pena”, revelou Nuno Rodrigues, lembrando que, por isso, recebem apenas “visitas uma vez por outra dos familiares”.



A capacidade da Unidade será de 30 camas, 15 destinadas a internamentos de média duração e outras tantas para os de longa duração.



O resort sénior, explicou o vice-provedor da Misericórdia, Hernani Teixeira, será uma unidade de “qualidade superior”. “Não lhe quero chamar de luxo”, precisou Hernani Teixeira, garantindo que o equipamento ficará pronto em Outubro e que o mesmo será gerido pela Flavicórdia, uma sociedade constituída por vários empresários locais, entre as quais a empresa de construção à qual o próprio está ligado.



A residência sénior terá capacidade para 58 utentes. Além de cuidados médicos e enfermagem permanentes, os utentes poderão usufruir de fisioterapia, hidromassagem, entre outros serviços, como biblioteca. Hernani Teixeira realçou ainda o facto de todos os quartos estarem voltados para dois enormes terraços.
O presidente da Câmara de Chaves, presente na cerimónia, comprometeu-se concluir os acessos ao local, “pelo menos do nó da auto-estrada até à Capela de São João”, na data prevista de abertura. O governador civil de Vila Real, Alexandre Chaves, realçou, por sua vez, a importância das parcerias público-privadas.



Por: Margarida Luzio in Semanário Transmontano

QUEIMA DAS FITAS












IPO terá maior serviço ibérico

O Instituto Português de Oncologia do Porto vai ter o maior serviço de radioterapia externa da Península Ibérica. A primeira pedra da obra, que representa um investimento de 27 milhões de euros, foi lançada ontem pela ministra da Saúde.


Ana Jorge e o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, vão inaugurar também a Clínica da Pele, Tecidos Moles e Osso e o serviço de Onco-Hematologia do IPO que garante o atendimento urgente a todas as leucemias agudas da Região Norte.


A Clínica da Pele é um espaço criado de raiz que reúne especialidades como a dermatologia, cirurgia plástica, ortopedia, oncologia cirúrgica, oncologia médica, radioterapia, psicooncologia, medicina física, serviço social, nutrição e enfermagem, entre outras. Começa a funcionar hoje.


O Serviço de Onco-Hematologia já existia, mas sofreu uma remodelação profunda nas instalações de internamento e conta agora com 20 camas. O renovado serviço dispõe também de condições de isolamento, controle bacteriológico, conforto e privacidade para os doentes, garantindo a assistência urgente a doentes com leucemia aguda.


A próxima obra é o referido Serviço de Radioterapia Externa - cuja primeira pedra é lançada hoje - que, além de ser o maior serviço da Península Ibérica, poderá receber o estatuto de Centro Ibérico de Formação nas áreas tecnológicas do tratamento do cancro.
As iniciativas surgem no âmbito dos 35 anos do IPO do Porto. A par das inaugurações e cerimónia de lançamento da primeira pedra, será também apresentada ao público a nova imagem institucional do IPO. O antigo caranguejo dá lugar a uma imagem, em tons de azul e verde, que espelha o lado humano, representado no interior do logótipo por um símbolo que se assemelha à forma de um coração. "Uma imagem mais moderna e actual que assenta em valores mais positivos e optimistas e que assinala uma nova etapa nesta instituição", revela o IPO.

Fonte: JN

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Swine influenza A (H1N1)


Dear Oncare,


Out of an abundance of caution, SCCM has activated its Emergency Response program due to the current swine influenza A (H1N1) outbreak. Several SCCM infectious disease experts have been in close contact with the Mexican authorities, and we are in contact with the Centers for Disease Control and Prevention (CDC). There is no call for volunteers at this time.


The SCCM disaster resources Web page will be updated regularly with the latest information and tools to assist critical care professionals during this event.


You will receive additional notifications as new information and resources become available. Items recently added to the SCCM Web site include:



Interim Recommendations for Facemask and Respirator Use in Certain Community Settings Where Swine Influenza A (H1N1) Virus Transmission has Been Detected



- Interim Guidance on Case Definitions to be Used For Investigations of Swine Influenza A (H1N1) Cases
- Risk of Swine Flu Associated with Travel to Affected Areas
- Personal Protective Equipment and Decontamination Management
- Personal Protective Equipment for Routine Patient Care: Highly Transmittable or Lethal Airborne Infections


Enhanced Airborne Precautions for Procedures with High Risk of Aerosolization:


Highly Transmittable or Lethal Airborne Infections.
Critical Care Medicine articles:


"The Use of Personal Protective Equipment for Control of Influenza Among Critical Care Clinicians: A Survey Study" and "Influenza."



ACCESS RESOURCES

Los enfermeros aplauden la voluntad del Congreso sobre la prescripción

MADRID, 28 Abr. (EUROPA PRESS)

El presidente de la Organización Colegial de Enfermería, Máximo González Jurado, agradeció la unanimidad que han mostrado todos los grupos parlamentarios en el Congreso de los Diputados a la hora de dar luz verde a una proposición de Ley para modificar la Ley del Medicamento e incluir la prescripción enfermera, ya que así se da el primer paso para "hacer legal" una práctica "ya real" dentro del Sistema Nacional de Salud (SNS).

González Jurado, que acudió a la tribuna de invitados durante el debate en el pleno de la Cámara Baja, reconoció a Europa Press que agradece el "respaldo" de todos los grupos ya que demuestra la voluntad de "despenalizar legislativamente lo que hasta ahora era un delito por intrusismo profesional".

Además, de este modo "se da prioridad al paciente" ya que, aseguró, éste es "el primer perjudicado de que la prescripción enfermera no esté amparada por la Ley".

A partir de ahora, espera que el mismo consenso percibido hoy se observe durante la tramitación de la norma, en la que confía también en contar con el apoyo de la Organización Médica Colegial (OMC) y su nuevo presidente, Juan José Rodríguez Sendín, a quien ofrece "toda su colaboración" para trabajar en algo que "compete tanto a enfermeros como a médicos".

De hecho, insistió en que ya cuenta con el apoyo de los profesionales que forman la Sociedad Española de Medicina Familiar y Comunitaria (semFYC), ya que este colectivo "conocen el día a día de la profesión y la importancia de regular la prescripción enfermera".
in Europa Press

Qué hacer con el contenido gástrico residual?[


Tras la medición del volumen gástrico residual para valorar la tolerancia a la dieta enteral, existe controversia sobre si es preferible desechar o reintroducir el contenido gástrico extraído. Una revisión de la literatura no encontró evidencias a favor o en contra de una u otra práctica.



Artículo Original: Valls Miró C et al. Determinación del volumen gástrico residual: en busca de la mejor evidencia. Enferm Intensiva 2006; 17: 154-162



Introducción: La retención de grandes cantidades de contenido gástrico sucede con frecuencia en los pacientes críticos, en gran medida por la disminución de la motilidad gástrica relacionada con la patología propia del paciente o con el tratamiento empleado. La determinación de este volumen gástrico residual (VGR) es una práctica frecuente en las UCI, pudiendo observarse una gran variabilidad en cuanto a la reintroducción o desecho de este volumen.



Resumen: Se realizó una revisión sistemática con el objetivo de encontrar evidencias que apoyaran la conveniencia de adoptar una u otra intervención como práctica habitual: desechar o reintroducir el VGR, en base a la seguridad y los beneficios o perjuicios para el paciente. Tras una fase de filtraje, se seleccionaron inicialmente 44 estudios de los cuales sólo tres abordaban la reintroducción o desecho del contenido aspirado. Estos tres trabajos presentan diferencias metodológicas importantes que dificultan la extracción de recomendaciones fiables. Dos de ellos eran revisiones de la bibliografía con limitaciones en la búsqueda y selección de los textos revisados. El último era un ensayo clínico que no presenta diferencias significativas entre las dos intervenciones, aunque analizando una muestra claramente insuficiente. La principal conclusión de esta revisión es que no hay evidencias suficientes para realizar recomendaciones que apoyen una u otra intervención.



Comentario: Sigue por tanto vigente la pregunta de qué hacer con el contenido gástrico residual obtenido, por ejemplo, al comprobar la tolerancia de un paciente a la nutrición enteral pautada (tres veces al día). Y ante la ausencia de recomendaciones que trasciendan de las opiniones de expertos o “de la práctica habitual”, seguiremos con las dos opciones: reintroducir ese contenido basándonos en la creencia de algunos de que evitando la perdida de jugos gástricos contribuimos al mantenimiento del equilibrio hidroelectrolítico. O desecharlo, basándonos en la posibilidad de contaminación durante su manipulación. Opción también apoyada por los que opinan que de esta forma se previene la posible obstrucción gastrointestinal secundaria a la retención de este volumen administrado o a una administración inadecuada de nutrición enteral.



José Manuel Velasco BuenoHospital Costa del Sol, Marbella, Málaga.©REMI, Febrero 2007.



Montejo González JC. Nutrición enteral en pacientes que "no toleran" la dieta.
Montejo González JC. Las complicaciones gastrointestinales siguen limitando la tolerancia a la nutrición enteral de los pacientes críticos
Molina Domínguez E. Nutrición enteral en el paciente crítico: comparación entre las posiciones supino y prono.
Gómez Tello V. ¿Merece la pena el esfuerzo de colocar sondas yeyunales en los enfermos críticos?.
Molina Domínguez E. Eritromicina y tolerancia a la nutrición enteral en el politraumatizado.



Palabras clave: Volumen residual gástrico, contenido gástrico, enfermería, sonda naso gástrica.

Os nossos Embaixadores - Testemunho de um Erasmos


O famoso sistema de saúde finlandês, com a sua aposta na prevenção e nos cuidados de saúde primários, foi o que inspirou Sara Coelho a “voar” da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo para a Universidade de Ciências Aplicadas em Seinäjoki, Finlândia, no 4ºano.
O frio árctico no Inverno, em que a temperatura pode descer até aos 20 graus negativos e as famosas "noites brancas" de Verão, em que há sol durante as 22 horas do dia, foram alguns dos desafios que Sara enfrentou. Para sobreviver ao frio a solução é estar bem agasalhado e "preparar-se mentalmente para apanhar frio, deixar de sentir a ponta do nariz, das orelhas e do queixo".

terça-feira, 28 de abril de 2009

Más Enfermeras Especialistas

segunda-feira, 27 de abril de 2009

REDE DE ENFERMAGEM

A ONCARE CRIOU HOJE UMA REDE DE ENFERMAGEM NO AMBITO INTERNACIONAL.
PARA ALÉM DAS FUNÇOES DE FORUM ESTA REDE PERMITE AOS VISITANTES TEREM A SUA PROPRIA PAGINA PESSOAL E COMPARTIR INUMEROS FICHEIROS.



Portugal é dos mais rápidos a cumprir Bolonha na UE

98% dos cursos nacionais já mudaram o sistema de graus e diplomas, segundo as regras europeias, que só tinham de estar concluídas em 2010. No entanto, há dirigentes que dizem que foi aplicado "à pressa" e sem qualidade.




Dez anos depois da assinatura da Declaração de Bolonha, em Junho de 1999, Portugal está, entre 48 participantes, no grupo restrito de cinco países - a par de Dinamarca, Suécia, Irlanda e Escócia - que cumprem todas as exigências para ter a transformação dos seus sistemas de ensino superior concluída no final de 2010.



As conclusões, que serão apresentadas numa conferência internacional que vai decorrer entre terça e quarta-feira em Lovaina, na Bélgica, baseiam-se na análise de 10 indicadores, distribuídos por três grupos - sistemas de controlo de qualidade, reconhecimento de graus e mobilidade internacional -, em que o País aparece a "verde" em todas as categorias.



"São dados que mostram que somos bons alunos de Bolonha", disse ao DN o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.
"A nível internacional, vêm credibilizar o ensino superior português, porque somos o único país do Sul da Europa com estes indicadores", acrescentou ainda o governante.



Essa não é, no entanto, a leitura de alguns dirigentes de instituições do ensino superior, professores e alunos, ouvidos pelo DN, que consideram que Bolonha foi aplicada "à pressa" e sem qualidade. Isto é, sem uma adaptação da filosofia do ensino aos novos objectivos: a promoção da empregabilidade dos cursos e a orientação do ensino para a busca do conhecimento.



Aliás, Portugal ainda não tem em funcionamento a Agência de Acreditação e Avaliação do Ensino Superior. que irá verificar a qualidade da oferta que é prestada pelas universidades.
A transformação do sistema de graus e diplomas, generalizando os primeiros ciclos (licenciatura) de três anos e os mestrados de dois é um dos capítulos em que Portugal se destaca. Actualmente, 98% dos cursos das universidade se politécnicos já obedecem a estas regras, prevendo-se que a reforma esteja completa ainda este ano.



Reduzir a duração das licenciaturas, cuja duração era em média de cinco anos, gerou menos protestos do que os previstos: "Creio que as universidades e politécnicos acabaram por ver nesta mudança uma oportunidade para reformularem as ofertas", justificou o secretário de Estado.



Os novos cursos continuam, ainda assim, a ser encarados com desconfiança pelo mercado de trabalho e por alguns grupos profissionais, que passaram a defender o mestrado como qualificação mínima. Mas Manuel Heitor garantiu que estas formações de menor duração são "irreversíveis" e para respeitar. A excepção foram os cursos de algumas áreas como a Medicina, Enfermagem e Arquitectura que, "por já se regerem por convenções internacionais próprias", se mantiveram mais longos.



Também os alunos, considerou , estarão a abandonar receios em relação à reforma. "Tenho assistido a muitas sessões com estudantes, e pareceram-me sempre abordar a questão de uma perspectiva construtiva. "
"As pessoas perceberam que não há nenhuma agenda escondida nesta matéria", resumiu aquele governante. No entanto, numa entrevista ao DN de sábado, o presidente da Associação Académica de Coimbra disse que o processo de Bolonha tinha prejudicado os estudantes.


por PEDRO SOUSA TAVARES in DN

domingo, 26 de abril de 2009

NURSE'S LEARDERSHIP IN THE XXI CENTURY: SOME CONSIDERATIONS

RESUMO

O presente artigo aborda. a temática liderança em seus aspectos essenciais, tendo em vista as transformações que as organizações contemporâneas estão vivenciando. Fundamentadas na literatura, tecemos considerações acerca do papel do enfermeiro-líder do futuro, da importância do pessoal auxiliar-liderado para a eficácia do processo de liderar e da necessidade do aprendizado em liderança.



UNITERMOS: Liderança. Enfermeiro. Gerenciamento.




ABSTRACT

The present article approaches the theme of leadership in it essential aspects and considers the transformations contemporary organizations are experiencing. Based on the literature authors found the role of the nurse-leader of the future and the importance of the auxiliary personnel-led to the efficacy of the leading process and the need of learning on leadership.




UNITERMS: Leadership. Nurse. Management.






Ideias novas podem dar bons negócios em saúde

Os hospitais, centros de saúde e clínicas não são as únicas saídas profissionais para os jovens licenciados das escolas de enfermagem. Em época de crise e com o desemprego a aumentar, a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) está apostada em mostrar aos seus alunos que a criação da própria empresa pode ser um caminho e, para tal, assinou ontem, na abertura do 2.o Fórum de Empreendedorismo, um protocolo com a IPN Incubadora, unidade do Instituto Pedro Nunes (IPN).



No âmbito desta parceria, a IPN Incubadora propõe-se analisar a viabilidade de ideias e de projectos da comunidade académica da ESEnfC. Na sessão, Maria da Conceição Bento, presidente da escola, realçou que «é possível cidadãos e cidadãs licenciados criar uma ideia, transformá-la em valor, criando empresas e emprego na área da saúde».


A professora reconhece que a saúde não tem tido grande expressão no empreendedorismo, embora considere que existem sectores, nomeadamente ligados ao envelhecimento, que estão a necessitar de «novas soluções, que podem passar pela criação de empresas».


«Queremos formar estudantes que se diferenciem pelo conhecimento, competência e capacidade de serem competitivos», frisou Maria da Conceição Bento, realçando as «experiências de sucesso» levadas ao Fórum, como a Crioestaminal, a T-Care, que se dedica à telemomonitorização de sinais de saúde a pessoas com necessidades especiais, ou o caso de empreendedorismo social colocado no terreno em Timor por agentes portugueses.



A ideia foi mostrar que «ideias novas» podem transformar-se em negócios vencedores.De acordo com Pedro Parreira, coordenador do programa Poliempreende na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, «devemos motivar a procura activa de soluções e incentivar alguns caminhos». Teresa Mendes, directora do IPN, esclareceu que o principal depende de quem quer avançar com o negócio, que, antes de mais deve apresentar uma «atitude» empreendedora. «Tem de partir de vós.


Nós ajudamos um bocadinho», adiantou a responsável, recordando que o instituto está no terreno a apoiar a criação de novas empresas há 12 anos. «Temos empresas que venceram o medo normal. Hoje, muitas dão cartas a nível internacional», concluiu.


Diario de Coimbra

sábado, 25 de abril de 2009

La conselleira de Sanidade reconoce el trabajo de las enfermeras como "pioneras" en el uso de las nuevas tecnologías

SANTIAGO DE COMPOSTELA, 24 Abr. (EUROPA PRESS)

La conselleira de Sanidade, Pilar Farjas, reconoció hoy el trabajo de las enfermeras como "piezas claves" en el sistema de salud y como "pioneras" en el uso de las nuevas tecnologías en su trabajo en los hospitales.

La conselleira, que clausuró en Santiago el VI Congreso Nacional de Informática en Enfermería, señaló durante su discurso que las enfermeras "llevan ya varios años utilizando los sistemas de información en los hospitales" y son "pioneras" en el uso de las nuevas tecnologías en este ámbito, con la puesta en marcha de la historia de enfermería informatizada "de manera muy significativa y generalizada" en Galicia.

En esta línea, indicó Farjas, la apuesta por las nuevas tecnologías "produjo cambios cualitativos muy relevantes para la profesión" lo que "posibilitó la realización de planes de cuidados individualizados, enmarcados en modelos teóricos de alcance internacional" y adaptados a la realidad y la cultura Gallegas, "con su consiguiente mejora en la atención integral al paciente".
Así, Pilar Farjas aseguró que estos sistemas informáticos inciden en la "unificación de criterios de variabilidad de la práctica" de enfermería, así como en la "generación y adquisición de conocimiento".



SEGURIDAD


Durante el acto de clausura, Pilar Farjas manifestó que en la actualidad las enfermeras establecen como aspectos prioritarios "la transformación de los datos en información" y, a su vez, "esta información en conocimientos" para "crear una base de datos" que "permita generar indicadores significativos de los cuidados de enfermería que hagan visibles los resultados".
En esta línea, Farjas hizo hincapié en la gestión de los cuidados relacionados con la seguridad del paciente. "Los diagnósticos de enfermería relacionados con los problemas de seguridad son aspectos que los profesionales de enfermería detectan en la práctica y, como consecuencia, inician de inmediato acciones para su prevención y tratamiento", indicó la conselleira.


Entre estas acciones, Farjas enumeró las encaminadas a evitar los riesgos relacionados con la infección, el dolor, la hemorragia, las caídas o la ulceración o deterioro de la piel, entre otras.
Finalmente, la conselleira animó a las enfermeras a que continúen la organización de foros y congresos que permitan poner en común sus experiencias y conocimientos, algo que calificó de "muy importante".

quarta-feira, 22 de abril de 2009

SESARAM quer criar postos de emprego

Na sequência de uma notícia divulgada, ontem, sobre a redução dos regimes de horários acrescidos dos enfermeiros, recebemos, do Conselho de Administração do Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira (SESARAM), um esclarecimento sobre o conteúdo do referido artigo. Segundo o documento, «a prestação de cuidados de Saúde de qualidade e a melhoria das condições de trabalho dos nossos profissionais são objectivos do Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira, E.P.E».

Refere ainda que não está «perante uma medida de carácter economicista, mas sim com o objectivo de criar oportunidades de emprego aos enfermeiros que se encontram no desemprego».




Esta medida, «vem também ao encontro da preocupação manifestada pelo Sindicato dos Enfermeiros da RAM, que em exposição feita ao Conselho de Administração em 11 de Março de 2009 evidenciou que “os enfermeiros estão a atingir um limiar de cansaço e saturação inaceitáveis”, conforme citado pelo próprio. Deste modo, a redução das horas extras permitirá ultrapassar as dificuldades de que o Sindicato dos Enfermeiros foi porta-voz».




O horário acrescido, «destina-se a colmatar a carência em enfermeiros de forma continuada, enquanto o trabalho extraordinário colmata de forma pontual e a prevenção em situações de cuidados de saúde não previstos em que o profissional está de sobreaviso».




Por outro lado, é «de salientar que, se eventualmente se verificar o pleno emprego dos enfermeiros e não for possível colmatar as carências na prestação de cuidados de enfermagem, o Conselho de Administração continuará a recorrer ao trabalho extraordinário e horário acrescido destes profissionais, conforme vem sucedendo». Relativamente ao Centro de Saúde de Câmara de Lobos o SESARAM diz que «foram concedidos no ano transacto 18 regimes de horário acrescido que terminam a 30 de Abril, a exemplo dos anos anteriores».







Presentemente, «estão a ser reequacionados a prorrogação destes mesmos regimes por estarem reunidas condições de redução da atribuição desse regime de 18 para 12, sem nunca por em causa a qualidade dos cuidados que a população necessita».




Além disso, «já foram afectados 1 Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiatria (Março 2009) e 2 Enfermeiros Especialistas em Saúde Infantil (Abril de 2009), que vieram colmatar necessidades detectadas anteriormente em matéria de enfermagem especializada».«Acresce que está prevista a afectação de mais 3 novos profissionais em enfermagem do concurso a decorrer (ingresso de novos 83 enfermeiros – JORAM 09.12.2008)».




A finalizar, refere o SESARAN que «em termos de horas de cuidados prestados a população conclui-se que vão estar disponíveis 819 horas semanais contra as 756 horas actuais, o que se traduz num acréscimo semanal de 63 horas. Assim sendo, este Conselho de Administração entende que esta população foi beneficiada em mais horas de cuidados disponíveis, o que vem de encontro à nossa preocupação».

Camisola


Quando saí do hospital, fresco como uma rosa, trazia comigo duas satisfações. Uma, a de me ter visto livre, finalmente, de uma impertinente bronquite que há meses, com altos e baixos, parecia não querer largar-me, mas que desta vez teve de resignar-se a ir à procura doutro hospedeiro.

Oxalá não o encontre. A segunda satisfação era de diferente natureza. Sucede que neste pequeno hospital de Lanzarote, certamente com surpresa de quem me leia, trabalham nada mais, nada menos que 17 ou 18 enfermeiros vindos de Portugal, da província do Minho na sua maior parte. Sucede também que, antes de sair, tive de fazer uma radiografia ao tórax para que ficasse devidamente documentado que o paciente, como costuma dizer-se, está bem e recomenda-se.


Eu levava posto o que hoje chamamos um "jersey", portanto foi um "jersey" que despi e deixei em cima de uma cadeira.


O enfermeiro, português de Felgueiras, devia verificar se as chapas haviam resultado tecnicamente satisfatórias e, para isso, teve de passar para um compartimento ao lado. Disse: "São só dois minutos, depois dou-lhe a camisola." Creio que estremeci. Não tornara a ouvir a palavra desde há uns trinta anos, talvez mais, e aqui, em Lanzarote, a dois mil quilómetros da pátria, um jovem enfermeiro de Felgueiras, sem o imaginar, dizia-me que a língua portuguesa ainda existia. Abençoada bronquite.

Tecnologia de nível europeu - Hospital Privado da Boa Nova

Só na primeira semana de funcionamento, o Serviço de Urgência registou uma média de 30 doentes por dia.



Inaugurado no dia 31 de Março, o Hospital Privado da Boa Nova, do Grupo Trofa Saúde, já começou a receber doentes. Só na primeira semana, o Serviço de Urgência registou uma média de 30 doentes por dia. Este equipamento é o único no norte do país a garantir total segurança 24 horas por dia na assistência à mãe, ao recém-nascido e ao coração.






A Urgência tem nove especialidades 24 horas por dia 365 dias por ano. Além disso, o Hospital Privado da Boa Nova tem a oferta permanente de Cuidados Intensivos Neonatais e Adultos (incluindo o tratamento de grandes queimados e doenças infecto-contagiosas).


Há uma semana, o Director Clínico do Hospital Privado da Boa Nova, o professor José Amarante fez um balanço muito positivo das primeiras semanas de funcionamento da nova unidade de saúde: “Mais do que curiosidade, nós notamos uma aderência muito grande por parte da população. Notamos, na primeira semana, uma afluência de cerca de 30 doentes por dia à Urgência, o que é, de facto, importante aqui para a região. Verificamos também que o número de consultas tem vindo a crescer. Consultas muitas diversas, que vão desde a Cirurgia Plástica à Imunohemoterapia, Cirurgia Cardíaca.

Temos tido consultas de todas as áreas e especialidades. Já tivemos aqui um nascimento, uma cirurgia. Isto é um Hospital de 3ª Geração. Estamos ao nível de qualquer hospital europeu em termos de tecnologia. Temos aqui equipamentos muito sofisticados. Temos praticamente todas as especialidades”.


No Serviço de Urgência, médicos e enfermeiros receberam formação de Suporte Avançado de Vida com o INEM. “Temos uma sala de Emergência Médica. Temos aqui gente preparada para uma emergência. Fizemos questão que os nossos profissionais fossem ao INEM receber formação de Suporte Avançado de Vida, que é o grau mais diferenciado de Emergência Médica. Estamos com a porta aberta e queremos que as pessoas que aqui vêm sejam, de facto, bem atendidas. Muitos dos nossos profissionais têm também um curso americano de Trauma”, explicou.A componente de formação estende-se a outras áreas. Cerca de 250 pessoas trabalham no Hospital Privado da Boa Nova. “Por exemplo, os enfermeiros que temos aqui têm que ter, no mínimo dois anos de experiência. Só temos aqui gente com experiência”, assegura o professor José Amarante.

Inauguração Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa - Oliveira de Azeméis

A nova Escola Superior de Enfermagem (ESE) da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azeméis, um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros, é inaugurada quarta-feira, anunciou fonte da instituição.

A ESE já funciona nas novas instalações desde o início de 2009, após cerca de seis anos sedeada no edifício da antiga Escola Bento Carqueja.
«Depois do processo de mudanças – iniciado no final do passado ano -, consideramos que estão a funcionar em pleno as actividades lectivas e administrativas», disse Henrique Pereira, em declarações à EDV Informação.

Segundo o responsável, 2009 é «o ano de acabar de equipar a escola, designadamente os laboratórios de práticas». «Mas neste momento já estamos a prestar um serviço de qualidade aos nossos alunos», frisou.
Será no novo edifício que Henrique Pereira espera concretizar uma das ambições da ESE: transformar-se em Escola Superior de Saúde, com novos cursos na área das tecnologias da saúde.

«A criação da Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azeméis representará um incremento enorme, não só sob o ponto de vista quantitativo, mas também qualitativo, na medida em que podemos ter um conjunto vasto de áreas profissionais no âmbito da saúde», afirmou o director da ESE, que aponta o ano lectivo de 2009-2010 para o arranque dos novos cursos.

Frequentam a ESE, no presente ano lectivo, 214 alunos no curso de licenciatura em Enfermagem e 105 nos quatro cursos de pós-licenciatura.
Desde o seu primeiro curso em Novembro de 2002, a ESE regista 325 enfermeiros licenciados, 304 formandos em cursos de formação contínua, 20 enfermeiros com pós-licenciatura de especialização em enfermagem de saúde materna e obstetrícia e 43 com pós-licenciatura de especialização em enfermagem comunitária.

A cerimónia de inauguração, que decorrerá quarta-feira, a partir das 14:30, contará com a presença do presidente nacional da Cruz Vermelha Portuguesa, Luís Barbosa.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Dor do parto - sofrimento ou necessidade?

Rodrigo Ruano; Cecília Prohaska; Ana Luiza Tavares; Marcelo Zugaib



O parto está historicamente relacionado ao mito de ser algo intolerável e muito doloroso fisicamente. Sendo assim, suportá-lo é quase um sinônimo de "dar à luz". Uma mulher sabe disto desde muito jovem, e espera que o parto seja permeado pela dor para que, posteriormente, o alívio venha junto ao prazer da chegada do filho.


A dor do parto tem um aspecto importante e diferenciado de acordo com cada sociedade, uma vez que é influenciada por fatores biológicos, culturais, socioeconômicos e emocionais. Por vezes, ela é vista pelas mulheres como o marco inicial da maternidade e como o "preço a ser pago" por esta, que poderia ficar "quase esquecido" após receber o prêmio: ter o filho nos braços. No imaginário de algumas mulheres, a boa mãe é aquela que sofreu ao dar à luz a seus filhos, a fim de cumprir seu papel. Sendo assim, poderíamos ter a hipótese de que este seria um fator motivador, ao ponto que a dor não fosse causa impeditiva à procriação, o que permitiu a postergação da espécie.


Por outro lado, o medo de sentir dor é muito difundido pelas mulheres nos dias atuais. Em algumas, a dor do parto é bastante intensa, sofrida, desgastante e aterrorizante, o que as faz tentar driblar esta dor optando pela analgesia e cesárea, que poderiam aliviar o sofrimento. Com isto, a cesariana tornou-se freqüentemente solicitada e praticada na obstetrícia moderna, o que, para muitos, acarretou em um problema de saúde coletiva.


Recentemente, o parto vaginal sem dor passou a ser difundido pelo mundo. A parturiente é submetida a bloqueios regionais (peridural ou duplo-bloqueio) desde o início das contrações dolorosas. O interessante é que, como conseqüência ao grande desenvolvimento médico para que fosse sanado o sofrimento das pacientes, observa-se que, hoje, muitas destas têm se negado à analgesia, procurando um "parto natural", um "parto com dor". Retrocesso? Ou seria a angústia de não realizar o "verdadeiro papel da maternidade"? Além disso, muitas comentam que, ao retirar as dores, observam dificuldades na realização adequada dos puxos durante o período expulsivo.


Considerando estes fatos, seria importante entender o significado das expectativas e experiências referentes ao momento do parto para cada paciente. Para algumas, a dor do parto significa sofrimento, e a analgesia a salvação. Para outras, por outro lado, significa a "verdadeira maternidade". Assim, seria interessante que a equipe multidisciplinar envolvida no parto, ao se utilizar da analgesia e da cesariana, considerasse a individualidade de cada paciente e não tomasse determinada conduta como rotineira, uma vez que cada parturiente está permeada por sua visão específica do mundo, o que poderá marcar aquele momento especial de s ua história para sempre, tanto positivamente como negativamente.



REFERÊNCIAS
1. Bezerra MGA, Cardoso MVLML, Fatores culturais que interferenas experiências das mulheres durante o trabalho de parto e parto. Rev Latinoam Enfermagem. 2006;14(3):414-21.
2. Costa R, Figueiredo B, Pacheco A, Pais A. Parto: expectativas, experiências, dor e satisfação. Psicol Saúde Doenças. 2003;4:(1):47-67.
3. Domingues RMSM, Santos EM, Leal MC Aspectos da satisfação das mulheres com a assistência ao parto: contribuição para o debate Cad Saúde Pública. 2004;20(Supl 1):S5-62.

INFORMATION

What is epidural anesthesia?
Epidural anesthesia is regional anesthesia that blocks pain in a particular region of the body. The goal of an epidural is to provide analgesia, or pain relief, rather than complete anesthesia, which is total lack of feeling. Epidurals block the nerve impulses from the lower spinal segments resulting in decreased sensation in the lower half of the body. Epidural medications fall into a class of drugs called
local anesthetics, such as bupivacaine, chloroprocaine, or lidocaine. They are often delivered in combination with opioids or narcotics, such as fentanyl and sufentanil, to decrease the required dose of local anesthetic. This way pain relief is achieved with minimal effects. These medications may be used in combination with epinephrine, fentanyl, morphine, or clonidine to prolong the epidural’s effect or stabilize the mother’s blood pressure.

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